Já que não se fala de outra coisa, eu bem que pensei em escrever sobre o assunto. Mas, ontem, recebi esse e-mail da minha amiga Josy, e nele dizia exatamente tudo o que eu penso de tudo isso (e mais um pouco).
Uma pena não ter vindo o nome do autor do texto.
Enfim... só pra tirar a poeira do blog rs
Beijos a todos e boa leitura!
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O que pode criar um monstro? O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por… Nada?Será que é índole? Talvez, a mídia? A influência da televisão? A situação social da violência? Traumas? Raiva contida? Deficiência social ou mental? Permissividade da sociedade? O que faz alguém achar que pode comprar armas de fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes? O rapaz deu a resposta: 'ela não quis falar comigo'. A garota disse não, não quero mais falar com você. E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não. Seu desejo era mais importante.Não quero ser mais um desses psicólogos de araque que infestam os programas vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e falam descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados. Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único. Faltaram muitos outros nãos nessa história toda. Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19. Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha. Faltou outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de onde, com sorte, já tinha escapado com vida. Faltou a polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá. Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal sequestrador conversasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram. Simples assim. NÃO. Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça. O mundo está carente de nãos. Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças. Mulheres ainda têm medo de dizer não aos maridos ( e alguns maridos, temem dizer não às esposas ). Pessoas têm medo de dizer não aos amigos. Noras que não conseguem dizer não às sogras, chefes que não dizem não aos subordinados, gente que não consegue dizer não aos próprios desejos. E assim são criados alguns monstros. Talvez alguns não cheguem a sequestrar pessoas. Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco. Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal. Os pais dizem, 'não posso traumatizar meu filho'. E não é raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos. Outros gastam o que não têm em brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias. Sem falar nos adolescentes. Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer não, você não pode bater no seu amiguinho. Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos. Não, você não vai fumar maconha enquanto for contra a lei. Não, você não vai passar a madrugada na rua. Não, você não vai dirigir sem carteira de habilitação. Não, você não vai beber uma cervejinha enquanto não fizer 18 anos. Não, essas pessoas não são companhias pra você. Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate. Não, aqui não é lugar para você ficar. Não, você não vai faltar na escola sem estar doente. Não, essa conversa não é pra você se meter. Não, com isto você não vai brincar. Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque. Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem saber que o mundo não é só deles. E aí, no primeiro não que a vida dá ( e a vida dá muitos ) surtam. Usam drogas. Compram armas. Transam sem camisinha. Batem em professores. Furam o pneu do carro do chefe. Chutam mendigos e prostitutas na rua. E daí por diante. Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelo contrário. Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranquilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não. Intuem que o amor dos adultos pelas crianças não é só prazer - é também responsabilidade. E quem ouve uns nãos de vez em quando também aprende a dizê-los quando é preciso. Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem. O não protege, ensina e prepara. Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora - e tento respeitar também os nãos que recebo. Nem sempre consigo, mas tento. Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor. E é também aí que está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Pelo direito de ficar em cima do muro
Todo mundo sabe como as coisas funcionam: pessoas que não se decidem sobre de que lado ficar em determinadas discussões (o famoso “em cima do muro”), não passam de criaturas sem personalidade e sem opinião própria. Não é assim?
...Será?
Mas por que eu preciso ser radicalmente contra ou radicalmente a favor de qualquer coisa? Se existe a palavra “depende”, é porque ela tem alguma utilidade.
Então é assim: pessoas que simplesmente optam por um lado da questão sem sequer analisá-la, e sem ouvir o outro lado, tem personalidade?
Particularmente, acho que “em cima do muro” é a posição inicial mais inteligente em qualquer caso. De lá, a gente pode observar e analisar os dois lados para decidir com segurança por qual deles pretende optar... E SE pretende optar.
Durante a faculdade, volta e meia os professores traziam alguns temas polêmicos para a sala de aula (eutanásia, aborto, redução da maioridade penal e pena de morte sempre foram os mais “pops” Rs). E eu era sempre a chatinha dos “depende!”. Sempre tem um chato pra dizer: “ou você é a favor, ou é contra. Não existe meio-termo”
Não existe meio-termo? Aceitar isso é o mesmo que jogar todas as pessoas que passam por determinadas situações num saco só e dizer que é tudo a mesma coisa.
Eu não posso meramente comparar uma garotinha irresponsável que engravidou porque não pensou em seus atos (e fez porque quis), com uma mulher vítima de estupro, ou que esteja grávida de um bebê sem cérebro que vai morrer logo depois de vir ao mundo.
Sou irritantemente feminista. Mas 99 em cada 100 feministas são a favor do aborto com o discurso de que “a mulher tem o direito de fazer do seu corpo o que bem entender”. Então eu digo: “discordo.” e volto ao topo do murinho. Porque, meramente, não me situo em nenhum dos lados da questão.
Em contrapartida, apesar de não seguir nenhuma religião, sou uma pessoa cheia de valores e até mesmo meio moralista pra muitas coisas. Mas eu também não posso achar humanamente aceitável exigir que uma mulher carregue no ventre, durante nove meses (e sofra durante todo esse tempo) um filho com a certeza de que ele vai morrer assim que vier ao mundo. É cruel! Um sofrimento desnecessário (tanto para a mãe quanto para o bebê). Então, me vejo sendo a favor do aborto em determinadas situações (embora seja radicalmente contra em outras).
“Ou se é contra, ou se é a favor”? Ok, ok... Por conseguir analisar a situação e entender que cada caso é um caso, por não cometer a insensatez de colocar tudo num saco só... Por ser contra em determinadas situações e a favor em outras e por responder a famosas perguntas do tipo “você é a favor do aborto?” com um “depende”, eu sou um ser sem opinião própria... Fazer o quê? Ficar em cima do muro foi uma decisão minha (contraditório, não?!). Não foi como se eu meramente dissesse: “ah, sei lá, tanto faz!”, eu tenho as minhas opiniões. Só que elas, meramente, não são suficientes para nenhum dos lados da questão e eu me vejo obrigada a ficar no meio.
É apenas a minha opinião, não sou dona da verdade. Mas é um exemplo de como eu consigo ficar, ao mesmo tempo, em dois lados opostos de uma mesma discussão. Será que isso faz de mim uma pessoa sem opinião própria?
Além do mais, eu quero ter o direito de, simplesmente, não ficar de lado algum ou de não tomar decisão alguma caso eu ainda não conheça o assunto suficientemente bem. Tem dias em que se tem vontade de comer chocolate branco e preto, então se alguém pergunta qual você quer, a resposta é “tanto faz”. Eu posso gostar de samba e de rock e não preciso optar por um deles para meramente pertencer a uma ‘tribo’ e ser alguém “de estilo”. Tem dias em que o meio termo parece ser o caminho mais sensato e convincente. Tem dias em que não se sente qualquer necessidade de tomar uma decisão.
Em diversos aspectos (não em todos, mas em boa parte deles), em cima do muro é o lugar onde pretendo ficar... Pelo menos até que um dos lados me convença completamente.
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Tenho recebido comentaristas novos! Sejam bem vindos! E obrigada a todos pelas visitas e pelos comentários. =)
*Ouvindo: Shaggy - Angel
...Será?
Mas por que eu preciso ser radicalmente contra ou radicalmente a favor de qualquer coisa? Se existe a palavra “depende”, é porque ela tem alguma utilidade.
Então é assim: pessoas que simplesmente optam por um lado da questão sem sequer analisá-la, e sem ouvir o outro lado, tem personalidade?
Particularmente, acho que “em cima do muro” é a posição inicial mais inteligente em qualquer caso. De lá, a gente pode observar e analisar os dois lados para decidir com segurança por qual deles pretende optar... E SE pretende optar.
Durante a faculdade, volta e meia os professores traziam alguns temas polêmicos para a sala de aula (eutanásia, aborto, redução da maioridade penal e pena de morte sempre foram os mais “pops” Rs). E eu era sempre a chatinha dos “depende!”. Sempre tem um chato pra dizer: “ou você é a favor, ou é contra. Não existe meio-termo”
Não existe meio-termo? Aceitar isso é o mesmo que jogar todas as pessoas que passam por determinadas situações num saco só e dizer que é tudo a mesma coisa.
Eu não posso meramente comparar uma garotinha irresponsável que engravidou porque não pensou em seus atos (e fez porque quis), com uma mulher vítima de estupro, ou que esteja grávida de um bebê sem cérebro que vai morrer logo depois de vir ao mundo.
Sou irritantemente feminista. Mas 99 em cada 100 feministas são a favor do aborto com o discurso de que “a mulher tem o direito de fazer do seu corpo o que bem entender”. Então eu digo: “discordo.” e volto ao topo do murinho. Porque, meramente, não me situo em nenhum dos lados da questão.
Em contrapartida, apesar de não seguir nenhuma religião, sou uma pessoa cheia de valores e até mesmo meio moralista pra muitas coisas. Mas eu também não posso achar humanamente aceitável exigir que uma mulher carregue no ventre, durante nove meses (e sofra durante todo esse tempo) um filho com a certeza de que ele vai morrer assim que vier ao mundo. É cruel! Um sofrimento desnecessário (tanto para a mãe quanto para o bebê). Então, me vejo sendo a favor do aborto em determinadas situações (embora seja radicalmente contra em outras).
“Ou se é contra, ou se é a favor”? Ok, ok... Por conseguir analisar a situação e entender que cada caso é um caso, por não cometer a insensatez de colocar tudo num saco só... Por ser contra em determinadas situações e a favor em outras e por responder a famosas perguntas do tipo “você é a favor do aborto?” com um “depende”, eu sou um ser sem opinião própria... Fazer o quê? Ficar em cima do muro foi uma decisão minha (contraditório, não?!). Não foi como se eu meramente dissesse: “ah, sei lá, tanto faz!”, eu tenho as minhas opiniões. Só que elas, meramente, não são suficientes para nenhum dos lados da questão e eu me vejo obrigada a ficar no meio.
É apenas a minha opinião, não sou dona da verdade. Mas é um exemplo de como eu consigo ficar, ao mesmo tempo, em dois lados opostos de uma mesma discussão. Será que isso faz de mim uma pessoa sem opinião própria?
Além do mais, eu quero ter o direito de, simplesmente, não ficar de lado algum ou de não tomar decisão alguma caso eu ainda não conheça o assunto suficientemente bem. Tem dias em que se tem vontade de comer chocolate branco e preto, então se alguém pergunta qual você quer, a resposta é “tanto faz”. Eu posso gostar de samba e de rock e não preciso optar por um deles para meramente pertencer a uma ‘tribo’ e ser alguém “de estilo”. Tem dias em que o meio termo parece ser o caminho mais sensato e convincente. Tem dias em que não se sente qualquer necessidade de tomar uma decisão.
Em diversos aspectos (não em todos, mas em boa parte deles), em cima do muro é o lugar onde pretendo ficar... Pelo menos até que um dos lados me convença completamente.
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Tenho recebido comentaristas novos! Sejam bem vindos! E obrigada a todos pelas visitas e pelos comentários. =)
*Ouvindo: Shaggy - Angel
domingo, 24 de agosto de 2008
Eu odeio indiretas!
Simples assim: quem precisa recorrer a piadinhas, comentários de duplo sentido ou o famoso “dizer nas entrelinhas” apenas pelo mero prazer de afetar alguém, na minha humilde opinião, não basta de uma criança que não tem nada mais útil para fazer na vida.
Eu sempre fui alguém que demora a captar indiretas. Inocência? Talvez. Acho que pelo fato de eu não ser ‘dotada’ desse prazer estúpido de ferir as pessoas apenas para fazê-las se sentirem mal e, com isso, aumentar meu ego, eu demore um bocado para entender essa maldade vinda de outras pessoas.
Acho incrível que quem faz isso geralmente se sente o máximo... Mais adulto ou superior, sei lá. E me faz pensar nas noções ridículas que as pessoas têm de maturidade. Quando se é adolescente, pensa-se que fazer sexo, beber, fumar, ir a festas, desobedecer os pais, bancar o rebelde e coisas do tipo fazem de si um adulto. Depois se ‘cresce’ mais um pouco e se pensa que arrumar um emprego e ter seu próprio dinheiro é o que faz de alguém um adulto. Lamentável que boa parte das pessoas que conheço na minha faixa etária (ou seja: maiores de idade!) tem empregos, salário... Namorados... Alguns são até casados, outros tem até filhos... E se comportam como crianças desmioladas. E passam suas vidas a tentarem se sentir superiores e tem a estúpida idéia de que se alcança isso menosprezando os outros. Vergonhoso!
Quando sou alvo de coisas desse tipo, geralmente fico sem resposta. Em choque mesmo. Não que o comentário ‘infantilóide’ tenha me afetado, mas fico pasma pensando: “essa pessoa realmente está dizendo isso?” E, se pensar bem, acabo sentindo pena. Porque é muito triste alguém precisar inferiorizar alguém para ‘fortalecer’ seu miserável ego.
E nem adianta pensar: “se quer dizer algo, porque não diz diretamente, ao invés mandar uma indireta?” Simples: porque, na maioria das vezes, dizer aquilo diretamente soa como algo completamente idiota e infantil. Essa semana, para mim, foi a semana das indiretas! Ontem pela manhã eu estava com a idéia de escrever sobre isso, pensando em uma pessoa que encontrei essa semana e, em menos de uma hora em que esteve em minha companhia, pareceu se esforçar ao máximo para tentar me atingir. E depois, quando eu pensei bem no que essa pessoa quis dizer com as indiretas e elaborei como ela diria isso de forma explícita, me dei conta de que pareceria muito mais ridícula do que eu inicialmente pensei que fosse.
Eu só não esperava ainda ter um final de semana de indiretas. Comemorações em família! Um sábado com aniversário na família paterna e um domingo de batizado e churrasco na família materna. Eu devia ter esperado, aliás, apenas por conhecer certos parentes da forma como conheço.
Nem sei como definir pessoas assim. Tudo o que posso dizer é que dá pena. E, infelizmente, com certas coisas não dá para deixar de ter raiva também.
Felizmente (para mim), é bem mais fácil esquecer a raiva do que amadurecer o cérebro.
Eu sempre fui alguém que demora a captar indiretas. Inocência? Talvez. Acho que pelo fato de eu não ser ‘dotada’ desse prazer estúpido de ferir as pessoas apenas para fazê-las se sentirem mal e, com isso, aumentar meu ego, eu demore um bocado para entender essa maldade vinda de outras pessoas.
Acho incrível que quem faz isso geralmente se sente o máximo... Mais adulto ou superior, sei lá. E me faz pensar nas noções ridículas que as pessoas têm de maturidade. Quando se é adolescente, pensa-se que fazer sexo, beber, fumar, ir a festas, desobedecer os pais, bancar o rebelde e coisas do tipo fazem de si um adulto. Depois se ‘cresce’ mais um pouco e se pensa que arrumar um emprego e ter seu próprio dinheiro é o que faz de alguém um adulto. Lamentável que boa parte das pessoas que conheço na minha faixa etária (ou seja: maiores de idade!) tem empregos, salário... Namorados... Alguns são até casados, outros tem até filhos... E se comportam como crianças desmioladas. E passam suas vidas a tentarem se sentir superiores e tem a estúpida idéia de que se alcança isso menosprezando os outros. Vergonhoso!
Quando sou alvo de coisas desse tipo, geralmente fico sem resposta. Em choque mesmo. Não que o comentário ‘infantilóide’ tenha me afetado, mas fico pasma pensando: “essa pessoa realmente está dizendo isso?” E, se pensar bem, acabo sentindo pena. Porque é muito triste alguém precisar inferiorizar alguém para ‘fortalecer’ seu miserável ego.
E nem adianta pensar: “se quer dizer algo, porque não diz diretamente, ao invés mandar uma indireta?” Simples: porque, na maioria das vezes, dizer aquilo diretamente soa como algo completamente idiota e infantil. Essa semana, para mim, foi a semana das indiretas! Ontem pela manhã eu estava com a idéia de escrever sobre isso, pensando em uma pessoa que encontrei essa semana e, em menos de uma hora em que esteve em minha companhia, pareceu se esforçar ao máximo para tentar me atingir. E depois, quando eu pensei bem no que essa pessoa quis dizer com as indiretas e elaborei como ela diria isso de forma explícita, me dei conta de que pareceria muito mais ridícula do que eu inicialmente pensei que fosse.
Eu só não esperava ainda ter um final de semana de indiretas. Comemorações em família! Um sábado com aniversário na família paterna e um domingo de batizado e churrasco na família materna. Eu devia ter esperado, aliás, apenas por conhecer certos parentes da forma como conheço.
Nem sei como definir pessoas assim. Tudo o que posso dizer é que dá pena. E, infelizmente, com certas coisas não dá para deixar de ter raiva também.
Felizmente (para mim), é bem mais fácil esquecer a raiva do que amadurecer o cérebro.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Então tá, né?!
*Modo irônico ativado*
Decisões humanitárias! Coisa de primeiro mundo, dá licença!
Qual é a última?
Com decisão do STF sobre algemas, outros julgamentos poderão ser anulados
Plantão Publicada em 08/08/2008 às 20h22m
O Globo
SÃO PAULO - Com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que algemas só podem ser utilizadas em julgamentos nos casos em que há evidente perigo de fuga ou violência, outros julgamentos que levaram à condenação de réus poderão ser revistos, levando em consideração o caso que deu origem à decisão. O STF anulou o julgamento do pedreiro Antonio Sérgio da Silva, condenado a 13 anos e meio de prisão por homicídio triplamente qualificado, considerando que ele foi mantido algemado e isso influenciou a decisão do júri.
Por causa da súmula vinculante o caso analisado pelo STF deve suscitar novos pedidos de anulação de julgamentos, conforme avalia o advogado Ariel de Castro Alves, secretário geral do Conselho Estadual de Defesa da Pessoa Humana (Condepe).
- É muito provável que outras anulações sejam pedidas. A maioria (dos juízes) não usa mais algemas. É evidente que a imagem de um réu sem algemas é outra. Imagine uma pessoa de terno e gravata e sem algemas e outra algemada, com uniforme de preso - propõe o advogado.
(...)
Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/08/08/com_decisao_do_stf_sobre_algemas_outros_julgamentos_poderao_ser_anulados-547650051.asp
Vamos resolver as desigualdades no nosso país! Como todo mundo diz: aqui só pobre vai pra cadeia, não é?! Se dá muito trabalho prender os ricos, agora a gente coloca todo mundo engravatado e não prende mais ninguém!
O próximo passo, pela dignidade dos “cidadãos” infratores? Que tal proibir a prisão, hã?! Vamos esperar que, após cometer um crime, eles mesmos se dirijam até a delegacia mais próxima de sua casa.
*Fim do modo irônico*
Ainda espero, ansiosa, pelo dia em que essa coisa chamada “direitos humanos” sirva para proteger os humanos direitos.
Ainda vou postar algo decente sobre essa questão, mas como estou correndo para variar, deixo só isso por hoje... E os comentários ficam para vocês rs
Beijos!
Decisões humanitárias! Coisa de primeiro mundo, dá licença!
Qual é a última?
Com decisão do STF sobre algemas, outros julgamentos poderão ser anulados
Plantão Publicada em 08/08/2008 às 20h22m
O Globo
SÃO PAULO - Com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que algemas só podem ser utilizadas em julgamentos nos casos em que há evidente perigo de fuga ou violência, outros julgamentos que levaram à condenação de réus poderão ser revistos, levando em consideração o caso que deu origem à decisão. O STF anulou o julgamento do pedreiro Antonio Sérgio da Silva, condenado a 13 anos e meio de prisão por homicídio triplamente qualificado, considerando que ele foi mantido algemado e isso influenciou a decisão do júri.
Por causa da súmula vinculante o caso analisado pelo STF deve suscitar novos pedidos de anulação de julgamentos, conforme avalia o advogado Ariel de Castro Alves, secretário geral do Conselho Estadual de Defesa da Pessoa Humana (Condepe).
- É muito provável que outras anulações sejam pedidas. A maioria (dos juízes) não usa mais algemas. É evidente que a imagem de um réu sem algemas é outra. Imagine uma pessoa de terno e gravata e sem algemas e outra algemada, com uniforme de preso - propõe o advogado.
(...)
Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/08/08/com_decisao_do_stf_sobre_algemas_outros_julgamentos_poderao_ser_anulados-547650051.asp
Vamos resolver as desigualdades no nosso país! Como todo mundo diz: aqui só pobre vai pra cadeia, não é?! Se dá muito trabalho prender os ricos, agora a gente coloca todo mundo engravatado e não prende mais ninguém!
O próximo passo, pela dignidade dos “cidadãos” infratores? Que tal proibir a prisão, hã?! Vamos esperar que, após cometer um crime, eles mesmos se dirijam até a delegacia mais próxima de sua casa.
*Fim do modo irônico*
Ainda espero, ansiosa, pelo dia em que essa coisa chamada “direitos humanos” sirva para proteger os humanos direitos.
Ainda vou postar algo decente sobre essa questão, mas como estou correndo para variar, deixo só isso por hoje... E os comentários ficam para vocês rs
Beijos!
sábado, 9 de agosto de 2008
Apenas sinta
Já notaram o quanto o sentimento de tristeza é recriminado? Tudo o que se prega por aí, aos quatro cantos, é o conceito de: “Sorria o tempo todo!” “Seja feliz o tempo todo!” “Ser feliz é o que interessa!”.
Ok, ok... Ser feliz é bom demais. Mas... Será que existe algum ser humano capaz de ser feliz o tempo todo?
Então, venho aqui me atrever a dizer que o que existe são pessoas que renegam os próprios sentimentos. Em prol de quê? De ser bem visto e aceito pela sociedade.
A tristeza não é tolerada... É chata, inconveniente... É coisa de gente com “síndrome de coitadinho”, gente “digna de pena”, gente “CHATA!”... E a moda, agora, é chamar de “emo” também no primeiro “não me sinto bem” que se escuta.
O resultado desse consenso geral? Um mundo de pessoas falsas. E, o que é pior: falsos consigo mesmos. Pessoas que sofrem suas angústias caladas, sufocadas... Forçando no rosto um sorriso carregado de nada.
Oras, mas nós somos humanos. Nos alegramos, mas também sofremos. Não há nada de errado nisso! Não há nada de anormal. Anormal, aliás, é sufocar o que se sente... Porque a tristeza, no final das contas, é uma coisa terrivelmente chata especialmente para quem a vive.
Não estou aqui pregando: vamos nos afundar e chorar o dia inteiro! É óbvio que não! Até porque, a pessoa que apenas sente tristeza e não se alegra com nada também não é alguém normal. Mas nossos sentimentos existem para serem sentidos! E todos são igualmente importantes. A alegria, a tristeza, a raiva, a dor... Somos humanos! E quanto mais se renega a um sentimento dito "negativo", mas ele se fortalece. Se estamos felizes, devemos sorrir... Se estamos tristes, devemos chorar. Que se dane se alguém te achar um “emo chato” por causa disso.
Já dizia uma música do Frejat: “Se você ficar triste que seja por um dia, e não por um ano inteiro. E que você descubra que rir é bom, MAS QUE RIR DE TUDO É DESESPERO!”
O que precisamos, no fim das contas, é entender que estar mal não nos torna seres dignos de pena. Isso não nos reduz, não nos torna inferiores em nada. Nos torna, apenas, humanos. E é muito melhor extravasar e assumir o que se está sentindo, até que aquilo passe, do que forçar-se a exibir algo que não está em você e continuar, assim, a jogar a tristeza (ou qualquer outro sentimento) para baixo do tapete.
Não importa o que você está sentindo. Se for alegria, tente fazê-la durar o máximo possível. Mas, se for tristeza, sinta também. É a melhor forma de impedir que ela se acumule e de fazer com que ela, após sentida, vá embora tão rápido possa.
------------------------------
Sei que demorei muito pra atualizar aqui. Peço sinceras desculpas aos leitores desse blog, mas foi por falta de tempo e excesso de problemas. Tô com essa idéia de falar sobre esse consenso geral de “Seja feliz, ainda que você esteja triste” há muito tempo, mas cadê o tempo pra sentar diante do pc pra escrever? Bem, espero conseguir atualizar aqui mais vezes.
Beijos a todos que volta e meia ainda visitam isso aqui.
Ok, ok... Ser feliz é bom demais. Mas... Será que existe algum ser humano capaz de ser feliz o tempo todo?
Então, venho aqui me atrever a dizer que o que existe são pessoas que renegam os próprios sentimentos. Em prol de quê? De ser bem visto e aceito pela sociedade.
A tristeza não é tolerada... É chata, inconveniente... É coisa de gente com “síndrome de coitadinho”, gente “digna de pena”, gente “CHATA!”... E a moda, agora, é chamar de “emo” também no primeiro “não me sinto bem” que se escuta.
O resultado desse consenso geral? Um mundo de pessoas falsas. E, o que é pior: falsos consigo mesmos. Pessoas que sofrem suas angústias caladas, sufocadas... Forçando no rosto um sorriso carregado de nada.
Oras, mas nós somos humanos. Nos alegramos, mas também sofremos. Não há nada de errado nisso! Não há nada de anormal. Anormal, aliás, é sufocar o que se sente... Porque a tristeza, no final das contas, é uma coisa terrivelmente chata especialmente para quem a vive.
Não estou aqui pregando: vamos nos afundar e chorar o dia inteiro! É óbvio que não! Até porque, a pessoa que apenas sente tristeza e não se alegra com nada também não é alguém normal. Mas nossos sentimentos existem para serem sentidos! E todos são igualmente importantes. A alegria, a tristeza, a raiva, a dor... Somos humanos! E quanto mais se renega a um sentimento dito "negativo", mas ele se fortalece. Se estamos felizes, devemos sorrir... Se estamos tristes, devemos chorar. Que se dane se alguém te achar um “emo chato” por causa disso.
Já dizia uma música do Frejat: “Se você ficar triste que seja por um dia, e não por um ano inteiro. E que você descubra que rir é bom, MAS QUE RIR DE TUDO É DESESPERO!”
O que precisamos, no fim das contas, é entender que estar mal não nos torna seres dignos de pena. Isso não nos reduz, não nos torna inferiores em nada. Nos torna, apenas, humanos. E é muito melhor extravasar e assumir o que se está sentindo, até que aquilo passe, do que forçar-se a exibir algo que não está em você e continuar, assim, a jogar a tristeza (ou qualquer outro sentimento) para baixo do tapete.
Não importa o que você está sentindo. Se for alegria, tente fazê-la durar o máximo possível. Mas, se for tristeza, sinta também. É a melhor forma de impedir que ela se acumule e de fazer com que ela, após sentida, vá embora tão rápido possa.
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Sei que demorei muito pra atualizar aqui. Peço sinceras desculpas aos leitores desse blog, mas foi por falta de tempo e excesso de problemas. Tô com essa idéia de falar sobre esse consenso geral de “Seja feliz, ainda que você esteja triste” há muito tempo, mas cadê o tempo pra sentar diante do pc pra escrever? Bem, espero conseguir atualizar aqui mais vezes.
Beijos a todos que volta e meia ainda visitam isso aqui.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Circo Isabella
É óbvio que também fiquei revoltada com o caso do assassinato da pequena Isabella Nardoni. Torci para que não tivesse sido o pai e a madrasta... Afinal, a coisa fica ainda mais revoltante quando se descobre que tal crueldade foi cometida pelo próprio pai, juntamente a uma mulher que, além de cuidar da menina, tem filhos. Fiquei me questionando se ela, em momento algum, enxergou os filhos dela na criança que estava matando.
Contudo, hoje, o que me dá mais revolta ainda é o circo que essa situação se tornou. O caso está em qualquer emissora de tevê que se ligue, em qualquer jornal que se leia, em qualquer site que se visite... Conseguiram transformar uma tragédia num espetáculo.
Ontem, no local de reconstituição do crime, aglomeravam-se centenas de pessoas, para “pedir por justiça”.
...Pedir por justiça???
Tudo o que vi foi um bando de desocupado, pulando, agitando cartazes e rindo diante das câmeras. Sim, rindo! As pessoas estavam lá apenas para aparecer e fazer farra. Lamentável!
Infelizmente, Isabella não é a única. Morrem crianças nesse país, todos os dias. E ninguém vai agitar cartaz e fazer drama pra pedir por justiça pelas criancinhas que morrem todos os dias, por exemplo, vítimas de balas perdidas em favelas. Ninguém vai pros sertões da vida fazer cena pelas crianças que morrem de fome. Esse caso é especial pelo fato de o assassinato ter sido cometido pelo pai? ...Então, tenho outra péssima notícia: não se passa um único dia sem que um pai ou uma mãe mate um filho nesse mundo. É só olhar na capa dos jornais sensacionalistas nas bancas (esses com cadáveres nas capas, sabem?) que diariamente vemos esses tipos de notícias. Por que ninguém vai pedir justiça por esses outros anjinhos? ...Porque não dá ibope. Não é a notícia da moda.
A “compaixão” das pessoas só funciona movida pela chance de aparecer. E aparecer às custas da morte de uma criança é lamentável e vergonhoso! Isso virou uma mina de ibope e, consequentemente, de dinheiro. Desde os veículos de mídia passando pelos “manifestantes” que aproveitam a situação para venderem “santinhos” ou camisetas com a foto da menina, até o vendedor de cachorro quente que fatura durante as manifestações por “paz e justiça” que ocorrem onde quer que uma câmera esteja falando sobre o caso.
Sinto-me enojada com tudo isso.
No fim, o que espero é que, apesar de todo esse circo montado em cima de seu nome e de sua tragédia, a anjinha Isabella consiga descansar em paz.
Contudo, hoje, o que me dá mais revolta ainda é o circo que essa situação se tornou. O caso está em qualquer emissora de tevê que se ligue, em qualquer jornal que se leia, em qualquer site que se visite... Conseguiram transformar uma tragédia num espetáculo.
Ontem, no local de reconstituição do crime, aglomeravam-se centenas de pessoas, para “pedir por justiça”.
...Pedir por justiça???
Tudo o que vi foi um bando de desocupado, pulando, agitando cartazes e rindo diante das câmeras. Sim, rindo! As pessoas estavam lá apenas para aparecer e fazer farra. Lamentável!
Infelizmente, Isabella não é a única. Morrem crianças nesse país, todos os dias. E ninguém vai agitar cartaz e fazer drama pra pedir por justiça pelas criancinhas que morrem todos os dias, por exemplo, vítimas de balas perdidas em favelas. Ninguém vai pros sertões da vida fazer cena pelas crianças que morrem de fome. Esse caso é especial pelo fato de o assassinato ter sido cometido pelo pai? ...Então, tenho outra péssima notícia: não se passa um único dia sem que um pai ou uma mãe mate um filho nesse mundo. É só olhar na capa dos jornais sensacionalistas nas bancas (esses com cadáveres nas capas, sabem?) que diariamente vemos esses tipos de notícias. Por que ninguém vai pedir justiça por esses outros anjinhos? ...Porque não dá ibope. Não é a notícia da moda.
A “compaixão” das pessoas só funciona movida pela chance de aparecer. E aparecer às custas da morte de uma criança é lamentável e vergonhoso! Isso virou uma mina de ibope e, consequentemente, de dinheiro. Desde os veículos de mídia passando pelos “manifestantes” que aproveitam a situação para venderem “santinhos” ou camisetas com a foto da menina, até o vendedor de cachorro quente que fatura durante as manifestações por “paz e justiça” que ocorrem onde quer que uma câmera esteja falando sobre o caso.
Sinto-me enojada com tudo isso.
No fim, o que espero é que, apesar de todo esse circo montado em cima de seu nome e de sua tragédia, a anjinha Isabella consiga descansar em paz.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Dengue
Estou assustada
Na verdade, acho que todos por aqui estão.
Situação atual no Rio de Janeiro: cerca de 2000 (DOIS MIL) novos casos de dengue detectados POR DIA! E, até a última notícia que li, eram, apenas esse ano, 67 mortos com confirmação de dengue. ...Fora os que morrem com a “suspeita” da doença e não entram para essa estatística.
Hospitais sem leitos, sem médicos para dar conta da demanda...
Caos! Não há palavra que defina melhor toda essa situação. Lembra muito aqueles filmes sobre epidemias... Lembra muito qualquer coisa surreal. Incrível acreditar que isso esteja acontecendo bem aqui, ao meu redor.
Óbvio, que as pessoas estão assustadas. Eu passei os últimos dias tendo dores de cabeça e no corpo e morrendo de medo de ser dengue. Mas passou, graças a Deus. Nunca tive dengue e pretendo nunca ter! (amém!)
Então, eis a questão: de quem é a culpa?
A mídia está caindo em cima do governo municipal e estadual.
Eles têm sua parcela de culpa? Óbvio! Uma grande parcela, aliás... Mas não a parcela maior. Sabem de quem é a maior parcela dessa culpa? Do povo!
Exatamente! Do mesmo povo que agora está sofrendo, doente, agonizando nas filas de hospitais... O mesmo povo que está morrendo! Porque o povo não tem educação!
Felizmente, não são todos... Mas, infelizmente, todos pagam pelos erros da maioria. Minha família, por exemplo: aqui em casa, não deixamos aquele maldito mosquito se proliferar de forma alguma! Nada de água parada! ...Mas, ainda assim, temos que viver com o medo, porque nem todos os meus vizinhos seguem o exemplo. É aquele monte de tralha pelos quintais, acumulando água da chuva e virando criadouro do odiado mosquitinho.
É triste, mas é verdade! Enquanto esse povo não aprender a ter educação e consciência, vão continuar morrendo... E nós, a minoria que tenta fazer as coisas certas, somos obrigados a pagar a conta juntos.
Estou assustada e revoltada!
OBS: Enquanto escrevia, acabo de matar um mosquitinho da dengue que estava devorando o meu pé ¬¬’
Na verdade, acho que todos por aqui estão.
Situação atual no Rio de Janeiro: cerca de 2000 (DOIS MIL) novos casos de dengue detectados POR DIA! E, até a última notícia que li, eram, apenas esse ano, 67 mortos com confirmação de dengue. ...Fora os que morrem com a “suspeita” da doença e não entram para essa estatística.
Hospitais sem leitos, sem médicos para dar conta da demanda...
Caos! Não há palavra que defina melhor toda essa situação. Lembra muito aqueles filmes sobre epidemias... Lembra muito qualquer coisa surreal. Incrível acreditar que isso esteja acontecendo bem aqui, ao meu redor.
Óbvio, que as pessoas estão assustadas. Eu passei os últimos dias tendo dores de cabeça e no corpo e morrendo de medo de ser dengue. Mas passou, graças a Deus. Nunca tive dengue e pretendo nunca ter! (amém!)
Então, eis a questão: de quem é a culpa?
A mídia está caindo em cima do governo municipal e estadual.
Eles têm sua parcela de culpa? Óbvio! Uma grande parcela, aliás... Mas não a parcela maior. Sabem de quem é a maior parcela dessa culpa? Do povo!
Exatamente! Do mesmo povo que agora está sofrendo, doente, agonizando nas filas de hospitais... O mesmo povo que está morrendo! Porque o povo não tem educação!
Felizmente, não são todos... Mas, infelizmente, todos pagam pelos erros da maioria. Minha família, por exemplo: aqui em casa, não deixamos aquele maldito mosquito se proliferar de forma alguma! Nada de água parada! ...Mas, ainda assim, temos que viver com o medo, porque nem todos os meus vizinhos seguem o exemplo. É aquele monte de tralha pelos quintais, acumulando água da chuva e virando criadouro do odiado mosquitinho.
É triste, mas é verdade! Enquanto esse povo não aprender a ter educação e consciência, vão continuar morrendo... E nós, a minoria que tenta fazer as coisas certas, somos obrigados a pagar a conta juntos.
Estou assustada e revoltada!
OBS: Enquanto escrevia, acabo de matar um mosquitinho da dengue que estava devorando o meu pé ¬¬’
sábado, 15 de março de 2008
Os segredos de "Tropa de Elite"
Apenas para atualizar (falta de tempo, pra variar), trouxe um texto que recebi por e-mail.
Bem, confesso que não assisti "Tropa de Elite", porque, sinceramente, não tive vontade rs. Ando meio saturada de realidade violenta rsrs... Mas falou-se tanto, mas tanto, mas taaaanto nesse filme que conheço os personagens, o enredo e até os diálogos (alguns deles já viraram modinha por aí).
De qualquer maneira, adorei essa análise a respeito do sucesso do filme. Achei, de fato, muito inteligente e sensato! Tudo o que ele diz sobre a questão dos "defensores dos Direitos humanos" reflete exatamente o que eu penso e há muito tempo tinha vontade de escrever aqui.
Boa leitura para vocês!
Aaaah... Antes de ir ao texto, recebi comentário de uma nova leitora! Ana Laura Pinho, Seja bem vinda ao meu humilde blog, espero que volte mais vezes! E também fiquei feliz em ver que há outras como eu: estudantes de Direito, virtuais, inteligentes e que curtam um bom anime! rsrs Obrigada pela visita e pelo comentário. Se passar por aqui de novo e tiver um blog, deixe o link para que eu possa retribuir a visita =)
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"Os Segredos de Tropa de Elite".
por Conde Loppeux de la Villanueva
Um filme brasileiro que está fazendo grande sucesso em relação ao público é "Tropa de Elite", uma história a respeito da violência do Rio de Janeiro, contada por um policial do Batalhão de Operações Especiais da Policia Militar, o BOPE. A intelectualidade de esquerda, chorosa pelos bandidos, detestou o filme. Achou-o "fascista". Vejam a palhaçada: os filhotes de Stálin e Fidel Castro acham o BOPE fascista. É piada?
Raro é o cinema brasileiro chamar a atenção do público. Porém, qual o segredo da popularidade de Tropa de Elite? É simples: os bandidos são vistos como bandidos, os universitários maconheiros que pedem paz nas ruas são cúmplices da violência e a lógica dos Direitos Humanos de apologia do bandido vítima da sociedade é ridicularizada.
E o mais interessante: a visão de um policial honesto, embora truculento, do BOPE, consegue ser a mais autêntica expressão da realidade, se comparada à legião de sociólogos, filósofos e acadêmicos que produzem toneladas de papel inútil para falar do que não entendem e nunca conviveram.
O filme não dá uma opinião formada sobre o assunto, não cria estereótipos sobre a polícia. Apenas mostra os fatos e os coloca uma dinâmica em que os personagens decentes se encontram encurralados no caos, na violência e na corrupção. A figura do capitão Nascimento é o que apresenta a própria contradição da polícia, ou seja, a de um homem honesto numa situação de guerra de todos contra todos. Por mais odiosa que seja a tortura, o abuso de poder ou mesmo a violência ilegal contra bandidos, a polícia, naquele caso, segue a lógica do crime que combate: os bandidos também são violentos, arbitrários, tirânicos, frios e torturadores.
Por mais errada que nos pareça a ação do capitão, a população aprova seus atos arbitrários, precisamente porque os bandidos também são assim, porque as leis e as instituições brasileiras estão falidas e não alcançam a finalidade de punir o crime.
E quando se vê uma sociedade desamparada, o único jeito que cabe a ela é usar do exercício arbitrário das próprias razões, da autotutela. É a vingança privada contra a impotência. Na verdade, o próprio policial é desamparado: o capitão Nascimento é um cidadão à beira de um ataque de nervos. Daí a entender o porquê da população do Rio de Janeiro ter gostado do filme: os bandidos são satirizados, mostrados como eles são. A polícia não refresca com eles; mata-os, espanca-os, tortura-os, tal como os próprios bandidos fazem contra a população civil honesta. É a lei do talião na ausência de leis formais.
Há um outro aspecto do filme que é a sátira dos movimentos sociais e ong´s que divinizam o bandido. A aula de Michel Foucault, em que uma classe universitária delinqüente e maconheira encontra razões para criminalizar a ação correta da policia de combater o crime, é uma paródia da cumplicidade que tal setor possui para com a bandidagem. Que as universidades sejam umas fábricas de delinqüência, isso está provado historicamente. As ideologias mais assassinas do século XX surgiram desses redutos. A criminalidade romantizada não é diferente. Se o Rio de Janeiro e muitas outras cidades brasileiras estão dominadas pela bandidagem, em parte, é devido aos movimentos sociais e organizações de Direitos humanos que transformaram o criminoso em uma vítima da sociedade. Essa é a lógica que predomina nos meios acadêmicos: o policial é um opressor de classe, um lacaio de um sistema perverso e o bandido é um justiceiro social, um indivíduo que clama contra as mazelas da desigualdade e a indiferença das elites. Na prática, contudo, a pior indiferença das elites acadêmicas é crer piamente que o pobre e honesto homem da favela seja um admirador de bandidos. É uma alienação total da realidade, uma negação completa do cotidiano, racionalizada numa espécie de ódio às pessoas de bem. Há de concluir que o próprio acadêmico defensor dessas idéias também é um marginal, um delinqüente. Ora é um drogado, ora é alguém que se sente rejeitado pelo próprio grupo social ao qual pertence .
Uma cena do filme mostra o quão ridículo e caricato são os movimentos sociais e similares, como as organizações de Direitos Humanos. Maria, uma militante de uma ong da favela e namorada do policial honesto, Matias, fala mal da polícia, porque esta não refresca contra os marginais da classe média. A própria mulher fica furiosa quando descobre que seu namorado é policial do BOPE. Ela mesma participa da criminalidade, porque é usuária de drogas. No entanto, o traficante da favela, Baiano, divinizado pelos voluntários da Ong, seqüestra um casal amigo da moça e, desesperada, ela vai pedir ajuda ao namorado. A cena é cômica: antes, o traficante Baiano tinha "consciência social", era o justiceiro da sociedade; agora que o próprio algoz se revoltou contra seus "opressores", a moça se vê numa encruzilhada. Pede ajuda ao "sistema opressor perverso" na figura do policial Matias. Já era tarde demais. O casal amigo da jovem é barbaramente executado.
Outra cena elucida este alto grau de alienação de uma parte da sociedade dita "letrada". Depois da morte do casal de ativistas, os alunos da universidade fazem uma passeata pedindo a "paz". O paradoxo desta ação é bem clara: os mesmos que pedem paz financiam a violência, usando drogas. E o honesto e severo policia Matias, sinônimo do preto no branco, do certo e errado, algo que carece a seus amigos universitários, espanca um dos manifestantes, que é traficante de drogas. Surra-o, pois foi o mesmo quem denunciou o seu amigo policial ao traficante que matou o casal de ativistas. E chama todo mundo de "maconheiros filhos da puta", "burgueses safados".
Alguns conservadores radicais viriam nisso uma espécie de condenação da classe média. Todavia, a maior parte da classe média honesta se identificou com o policial indignado. Classe média honesta não gosta de bandido, mesmo que ele seja, por assim dizer, "burguês". E o personagem Matias está longe de crer na ideologia da luta de classes, já que as únicas classes que ele conhece, e que são antagônicas, é o do homem honesto e do bandido.
Muitos ainda repetem a cantilena de que são as desigualdades sociais e a miséria quem causam a violência. Os próprios atores, pressionados pela esquerda, entre os quais, o protagonista da história que interpretou o capitão Nascimento, repetiram esse mantra politicamente correto. Tamanho policiamento ideológico, por assim dizer, boicotou o filme para concorrer a vários prêmios. Pouparei o ator Wagner Moura das críticas, porque ele estava impecável no filme. Falarei dessa ladainha comum dos críticos. Se há alguém que mais sofre a desigualdade social e de direitos neste país é o cidadão honesto. É o cidadão honesto que está sendo extorquido nas ruas, violentado, assassinado. É este cidadão que não tem ongs, Direitos Humanos, subsídios estatais e segurança pública. E quando alguém honesto se manifesta nas ruas em protestos contra a violência, a esquerda quer calar a boca desse povo. Quer que eles sofram e morram quietos, porque eles reproduzem a ideologia do sistema, dentro do imaginário da luta de classes.
Não foi isso que ocorreu com o casal de namorados Liana Friendenbach e Felipe Caffé? Não foi isso que ocorreu com o garoto João Hélio, de apenas 06 anos de idade? Não é isso que ocorre com tantos outros inocentes covardemente assassinos por bandidos? E o que fizeram os Direitos Humanos e os movimentos de esquerda? Quiseram silenciar suas famílias, através da chantagem emocional e da intimidação. Marilene Felinto, dublê de escritora e jornalista da caricata revista Caros Amigos, dizia que a vitima da sociedade era o estuprador e matador de Liana Friedenbach . Tudo porque o pecado da menina era ser judia, rica e bonita. A polícia não está longe de ser a vitima, quando ela é honesta. Não há nenhum apoio ao policial decente que é morto e deixa viúvas e filhos. Lembremos, policiais são agentes do "sistema opressor". Libertários mesmo, na consciência da esquerda, são os estupradores, ladrões e matadores.
Quem conhece o pensamento do pobre honesto, sabe que ele aprova essa forma de violência contra bandidos; que ele odeia os criminosos e deseja, ainda que de forma silenciosa, que a polícia tome providencias e pacifique os subúrbios e favelas, através da força. É um lugar-comum da empregada doméstica ao balconista de uma loja, do operário a um faxineiro, e das demais classes pobres, a seguinte sentença, quase unânime: ladrões, bandidos, estupradores e assassinos devem morrer. As opiniões de muitas dessas pessoas do povo fariam o próprio Cesare Beccaria se revirar do túmulo. As propostas são as mais sanguinárias possíveis: execuções em praça pública, decapitações, espancamentos, linchamentos, fogueiras, enfim. A grande maioria do público bradou quando o capitão Nascimento mandou o policial Matias explodir a cabeça de Baiano com uma escopeta. Era para estragar o velório, desfigurando o rosto do marginal. O interessante é que este sentimento do homem honesto existe em todas as classes sociais. Até eu fiquei feliz com a morte do vagabundo do Baiano.
Alguém me perguntará se sou a favor da tortura e dos métodos policiais arbitrários. A resposta é não. Eu mesmo não consigo gostar da polícia brasileira, apesar de defender suas ações, quando elas são certas. Já presenciei coisas tão absurdas da parte dela, que guardo um profundo ceticismo dessa instituição. Tampouco aprovo os métodos de violência ilegal. Na verdade, eu gosto da ordem e da legalidade. Por mais que me cause indiferença ou mesmo agrade a morte de um bandido, a tortura e a violência ilimitadas da polícia possuem um vicio fatal: o abuso de poder que não se deve permitir ao Estado e nem a seus agentes. Se um policial se acha no direito de torturar e matar bandidos, ele pode fazer isso com qualquer pessoa. O poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente. É tudo uma questão de autoridade e de usar a farda. É claro que seria ingênuo e estúpido afirmar que o policial não deve usar da violência: não só deve como pode, dentro da lei. As limitações legais que existem no poder da polícia e mesmo de punição do Estado servem para defender o cidadão comum do arbítrio.
Jamais pensamos que o mesmo poder de violência que é usado contra bandidos, pode ser usado contra nós, cidadãos comuns indefesos. Daí minhas reservas quanto a essa mentalidade vingativa e apaixonada de muitos, a respeito de execuções sumárias e torturas contra bandidos. Até porque esses métodos, além de irracionais, são ineficazes, pois criam novas mazelas ao invés de combatê-las.
Tampouco isso me aproxima dos movimentos de Direitos Humanos. O que essa turma dos Direitos Humanos ignora é que não é somente a polícia que viola direitos: os bandidos nas ruas são muito piores.
Como a maioria está imbuída na idéia romântica, estúpida e mesquinha de que o criminoso é vítima da sociedade, esqueceu-se dos direitos das vítimas e mesmo de policiais mortos no cumprimento do dever.
O caso de um bandido torturado, por mais que mereça garantias jurídicas, é um mal menor, perto de uma mulher violada ou um policial decente assassinado. Porque enquanto os dois últimos são pessoas inocentes, o primeiro assume os riscos pela violência que provoca. Uma distinção óbvia que os pretensos defensores da dignidade humana não sabem avaliar. Defender os direitos da sociedade não é defender o bandido: é saber puní-lo dentro da lei. É saber exigir leis e penas rigorosas para eles, quando violam os direitos humanos da população. O problema é que os movimentos sociais são que nem a personagem Maria, a ativista maconheira do filme: a polícia é uma força perversa de repressão social. No entanto, quando precisam dela, só faltam implorar por sua segurança. E aí pedem paz nas ruas, com muita droga e merda na cabeça!
Os segredos da popularidade do filme? Preciso falar mais?"
Bem, confesso que não assisti "Tropa de Elite", porque, sinceramente, não tive vontade rs. Ando meio saturada de realidade violenta rsrs... Mas falou-se tanto, mas tanto, mas taaaanto nesse filme que conheço os personagens, o enredo e até os diálogos (alguns deles já viraram modinha por aí).
De qualquer maneira, adorei essa análise a respeito do sucesso do filme. Achei, de fato, muito inteligente e sensato! Tudo o que ele diz sobre a questão dos "defensores dos Direitos humanos" reflete exatamente o que eu penso e há muito tempo tinha vontade de escrever aqui.
Boa leitura para vocês!
Aaaah... Antes de ir ao texto, recebi comentário de uma nova leitora! Ana Laura Pinho, Seja bem vinda ao meu humilde blog, espero que volte mais vezes! E também fiquei feliz em ver que há outras como eu: estudantes de Direito, virtuais, inteligentes e que curtam um bom anime! rsrs Obrigada pela visita e pelo comentário. Se passar por aqui de novo e tiver um blog, deixe o link para que eu possa retribuir a visita =)
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"Os Segredos de Tropa de Elite".
por Conde Loppeux de la Villanueva
Um filme brasileiro que está fazendo grande sucesso em relação ao público é "Tropa de Elite", uma história a respeito da violência do Rio de Janeiro, contada por um policial do Batalhão de Operações Especiais da Policia Militar, o BOPE. A intelectualidade de esquerda, chorosa pelos bandidos, detestou o filme. Achou-o "fascista". Vejam a palhaçada: os filhotes de Stálin e Fidel Castro acham o BOPE fascista. É piada?
Raro é o cinema brasileiro chamar a atenção do público. Porém, qual o segredo da popularidade de Tropa de Elite? É simples: os bandidos são vistos como bandidos, os universitários maconheiros que pedem paz nas ruas são cúmplices da violência e a lógica dos Direitos Humanos de apologia do bandido vítima da sociedade é ridicularizada.
E o mais interessante: a visão de um policial honesto, embora truculento, do BOPE, consegue ser a mais autêntica expressão da realidade, se comparada à legião de sociólogos, filósofos e acadêmicos que produzem toneladas de papel inútil para falar do que não entendem e nunca conviveram.
O filme não dá uma opinião formada sobre o assunto, não cria estereótipos sobre a polícia. Apenas mostra os fatos e os coloca uma dinâmica em que os personagens decentes se encontram encurralados no caos, na violência e na corrupção. A figura do capitão Nascimento é o que apresenta a própria contradição da polícia, ou seja, a de um homem honesto numa situação de guerra de todos contra todos. Por mais odiosa que seja a tortura, o abuso de poder ou mesmo a violência ilegal contra bandidos, a polícia, naquele caso, segue a lógica do crime que combate: os bandidos também são violentos, arbitrários, tirânicos, frios e torturadores.
Por mais errada que nos pareça a ação do capitão, a população aprova seus atos arbitrários, precisamente porque os bandidos também são assim, porque as leis e as instituições brasileiras estão falidas e não alcançam a finalidade de punir o crime.
E quando se vê uma sociedade desamparada, o único jeito que cabe a ela é usar do exercício arbitrário das próprias razões, da autotutela. É a vingança privada contra a impotência. Na verdade, o próprio policial é desamparado: o capitão Nascimento é um cidadão à beira de um ataque de nervos. Daí a entender o porquê da população do Rio de Janeiro ter gostado do filme: os bandidos são satirizados, mostrados como eles são. A polícia não refresca com eles; mata-os, espanca-os, tortura-os, tal como os próprios bandidos fazem contra a população civil honesta. É a lei do talião na ausência de leis formais.
Há um outro aspecto do filme que é a sátira dos movimentos sociais e ong´s que divinizam o bandido. A aula de Michel Foucault, em que uma classe universitária delinqüente e maconheira encontra razões para criminalizar a ação correta da policia de combater o crime, é uma paródia da cumplicidade que tal setor possui para com a bandidagem. Que as universidades sejam umas fábricas de delinqüência, isso está provado historicamente. As ideologias mais assassinas do século XX surgiram desses redutos. A criminalidade romantizada não é diferente. Se o Rio de Janeiro e muitas outras cidades brasileiras estão dominadas pela bandidagem, em parte, é devido aos movimentos sociais e organizações de Direitos humanos que transformaram o criminoso em uma vítima da sociedade. Essa é a lógica que predomina nos meios acadêmicos: o policial é um opressor de classe, um lacaio de um sistema perverso e o bandido é um justiceiro social, um indivíduo que clama contra as mazelas da desigualdade e a indiferença das elites. Na prática, contudo, a pior indiferença das elites acadêmicas é crer piamente que o pobre e honesto homem da favela seja um admirador de bandidos. É uma alienação total da realidade, uma negação completa do cotidiano, racionalizada numa espécie de ódio às pessoas de bem. Há de concluir que o próprio acadêmico defensor dessas idéias também é um marginal, um delinqüente. Ora é um drogado, ora é alguém que se sente rejeitado pelo próprio grupo social ao qual pertence .
Uma cena do filme mostra o quão ridículo e caricato são os movimentos sociais e similares, como as organizações de Direitos Humanos. Maria, uma militante de uma ong da favela e namorada do policial honesto, Matias, fala mal da polícia, porque esta não refresca contra os marginais da classe média. A própria mulher fica furiosa quando descobre que seu namorado é policial do BOPE. Ela mesma participa da criminalidade, porque é usuária de drogas. No entanto, o traficante da favela, Baiano, divinizado pelos voluntários da Ong, seqüestra um casal amigo da moça e, desesperada, ela vai pedir ajuda ao namorado. A cena é cômica: antes, o traficante Baiano tinha "consciência social", era o justiceiro da sociedade; agora que o próprio algoz se revoltou contra seus "opressores", a moça se vê numa encruzilhada. Pede ajuda ao "sistema opressor perverso" na figura do policial Matias. Já era tarde demais. O casal amigo da jovem é barbaramente executado.
Outra cena elucida este alto grau de alienação de uma parte da sociedade dita "letrada". Depois da morte do casal de ativistas, os alunos da universidade fazem uma passeata pedindo a "paz". O paradoxo desta ação é bem clara: os mesmos que pedem paz financiam a violência, usando drogas. E o honesto e severo policia Matias, sinônimo do preto no branco, do certo e errado, algo que carece a seus amigos universitários, espanca um dos manifestantes, que é traficante de drogas. Surra-o, pois foi o mesmo quem denunciou o seu amigo policial ao traficante que matou o casal de ativistas. E chama todo mundo de "maconheiros filhos da puta", "burgueses safados".
Alguns conservadores radicais viriam nisso uma espécie de condenação da classe média. Todavia, a maior parte da classe média honesta se identificou com o policial indignado. Classe média honesta não gosta de bandido, mesmo que ele seja, por assim dizer, "burguês". E o personagem Matias está longe de crer na ideologia da luta de classes, já que as únicas classes que ele conhece, e que são antagônicas, é o do homem honesto e do bandido.
Muitos ainda repetem a cantilena de que são as desigualdades sociais e a miséria quem causam a violência. Os próprios atores, pressionados pela esquerda, entre os quais, o protagonista da história que interpretou o capitão Nascimento, repetiram esse mantra politicamente correto. Tamanho policiamento ideológico, por assim dizer, boicotou o filme para concorrer a vários prêmios. Pouparei o ator Wagner Moura das críticas, porque ele estava impecável no filme. Falarei dessa ladainha comum dos críticos. Se há alguém que mais sofre a desigualdade social e de direitos neste país é o cidadão honesto. É o cidadão honesto que está sendo extorquido nas ruas, violentado, assassinado. É este cidadão que não tem ongs, Direitos Humanos, subsídios estatais e segurança pública. E quando alguém honesto se manifesta nas ruas em protestos contra a violência, a esquerda quer calar a boca desse povo. Quer que eles sofram e morram quietos, porque eles reproduzem a ideologia do sistema, dentro do imaginário da luta de classes.
Não foi isso que ocorreu com o casal de namorados Liana Friendenbach e Felipe Caffé? Não foi isso que ocorreu com o garoto João Hélio, de apenas 06 anos de idade? Não é isso que ocorre com tantos outros inocentes covardemente assassinos por bandidos? E o que fizeram os Direitos Humanos e os movimentos de esquerda? Quiseram silenciar suas famílias, através da chantagem emocional e da intimidação. Marilene Felinto, dublê de escritora e jornalista da caricata revista Caros Amigos, dizia que a vitima da sociedade era o estuprador e matador de Liana Friedenbach . Tudo porque o pecado da menina era ser judia, rica e bonita. A polícia não está longe de ser a vitima, quando ela é honesta. Não há nenhum apoio ao policial decente que é morto e deixa viúvas e filhos. Lembremos, policiais são agentes do "sistema opressor". Libertários mesmo, na consciência da esquerda, são os estupradores, ladrões e matadores.
Quem conhece o pensamento do pobre honesto, sabe que ele aprova essa forma de violência contra bandidos; que ele odeia os criminosos e deseja, ainda que de forma silenciosa, que a polícia tome providencias e pacifique os subúrbios e favelas, através da força. É um lugar-comum da empregada doméstica ao balconista de uma loja, do operário a um faxineiro, e das demais classes pobres, a seguinte sentença, quase unânime: ladrões, bandidos, estupradores e assassinos devem morrer. As opiniões de muitas dessas pessoas do povo fariam o próprio Cesare Beccaria se revirar do túmulo. As propostas são as mais sanguinárias possíveis: execuções em praça pública, decapitações, espancamentos, linchamentos, fogueiras, enfim. A grande maioria do público bradou quando o capitão Nascimento mandou o policial Matias explodir a cabeça de Baiano com uma escopeta. Era para estragar o velório, desfigurando o rosto do marginal. O interessante é que este sentimento do homem honesto existe em todas as classes sociais. Até eu fiquei feliz com a morte do vagabundo do Baiano.
Alguém me perguntará se sou a favor da tortura e dos métodos policiais arbitrários. A resposta é não. Eu mesmo não consigo gostar da polícia brasileira, apesar de defender suas ações, quando elas são certas. Já presenciei coisas tão absurdas da parte dela, que guardo um profundo ceticismo dessa instituição. Tampouco aprovo os métodos de violência ilegal. Na verdade, eu gosto da ordem e da legalidade. Por mais que me cause indiferença ou mesmo agrade a morte de um bandido, a tortura e a violência ilimitadas da polícia possuem um vicio fatal: o abuso de poder que não se deve permitir ao Estado e nem a seus agentes. Se um policial se acha no direito de torturar e matar bandidos, ele pode fazer isso com qualquer pessoa. O poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente. É tudo uma questão de autoridade e de usar a farda. É claro que seria ingênuo e estúpido afirmar que o policial não deve usar da violência: não só deve como pode, dentro da lei. As limitações legais que existem no poder da polícia e mesmo de punição do Estado servem para defender o cidadão comum do arbítrio.
Jamais pensamos que o mesmo poder de violência que é usado contra bandidos, pode ser usado contra nós, cidadãos comuns indefesos. Daí minhas reservas quanto a essa mentalidade vingativa e apaixonada de muitos, a respeito de execuções sumárias e torturas contra bandidos. Até porque esses métodos, além de irracionais, são ineficazes, pois criam novas mazelas ao invés de combatê-las.
Tampouco isso me aproxima dos movimentos de Direitos Humanos. O que essa turma dos Direitos Humanos ignora é que não é somente a polícia que viola direitos: os bandidos nas ruas são muito piores.
Como a maioria está imbuída na idéia romântica, estúpida e mesquinha de que o criminoso é vítima da sociedade, esqueceu-se dos direitos das vítimas e mesmo de policiais mortos no cumprimento do dever.
O caso de um bandido torturado, por mais que mereça garantias jurídicas, é um mal menor, perto de uma mulher violada ou um policial decente assassinado. Porque enquanto os dois últimos são pessoas inocentes, o primeiro assume os riscos pela violência que provoca. Uma distinção óbvia que os pretensos defensores da dignidade humana não sabem avaliar. Defender os direitos da sociedade não é defender o bandido: é saber puní-lo dentro da lei. É saber exigir leis e penas rigorosas para eles, quando violam os direitos humanos da população. O problema é que os movimentos sociais são que nem a personagem Maria, a ativista maconheira do filme: a polícia é uma força perversa de repressão social. No entanto, quando precisam dela, só faltam implorar por sua segurança. E aí pedem paz nas ruas, com muita droga e merda na cabeça!
Os segredos da popularidade do filme? Preciso falar mais?"
quinta-feira, 6 de março de 2008
Pesquisas com células tronco embrionárias

Não tem pra onde fugir... Essa é a discussão “do momento”.
Devo confessar que estou acompanhando o caso com uma atenção especial. Ontem acompanhei parte do julgamento do STF ao vivo pela internet no serviço (com meus digníssimos colegas reclamando o tempo inteiro que aquilo era chato demais, mas paciência!). E já tenho minha opinião mais do que formada, que nenhum argumento é capaz de derrubar: sou completamente a favor dessas pesquisas.
“...Mas, perai... Então você é a favor do aborto?” – Perguntam alguns.
Resposta simples, direta e também convicta: “De forma alguma. Sou contra o aborto.” (com algumas ressalvas. Mas esse é um assunto polêmico e extenso demais, que não vou discutir agora).
Mas... Então sou eu que pergunto: “que raios uma coisa tem haver com a outra?” ...Acho que é o ponto-chave de toda essa discussão.
Não há como se comparar um embrião no útero materno, que está em desenvolvimento e certamente se tornará um ser humano, a um embrião congelado dentro de um vidro em laboratório. Estes, jamais sairão de seu estágio embrionário, vão permanecer congelados por mais alguns anos, até que tenham que ser descartados.
Devo confessar que estou acompanhando o caso com uma atenção especial. Ontem acompanhei parte do julgamento do STF ao vivo pela internet no serviço (com meus digníssimos colegas reclamando o tempo inteiro que aquilo era chato demais, mas paciência!). E já tenho minha opinião mais do que formada, que nenhum argumento é capaz de derrubar: sou completamente a favor dessas pesquisas.
“...Mas, perai... Então você é a favor do aborto?” – Perguntam alguns.
Resposta simples, direta e também convicta: “De forma alguma. Sou contra o aborto.” (com algumas ressalvas. Mas esse é um assunto polêmico e extenso demais, que não vou discutir agora).
Mas... Então sou eu que pergunto: “que raios uma coisa tem haver com a outra?” ...Acho que é o ponto-chave de toda essa discussão.
Não há como se comparar um embrião no útero materno, que está em desenvolvimento e certamente se tornará um ser humano, a um embrião congelado dentro de um vidro em laboratório. Estes, jamais sairão de seu estágio embrionário, vão permanecer congelados por mais alguns anos, até que tenham que ser descartados.
(Vale ressaltar que os embriões usados para essas pesquisas são os que foram criados há mais de três anos para fins de inseminação artificial, mas que não chegaram a ser usados para este fim)
Entendem o contraditório da questão? Querem proteger embriões, condenando-os a permanecerem congelados por anos até serem descartados. Ou seja: eles vão para o LIXO. ...Forma estranha de proteção, não? Isso quando, ao invés de irem para o lixo, esses mesmo embriões podem ser usados em pesquisas que podem até mesmo salvar a vida de pessoas. Os que são contra essas pesquisas levantam a bandeira de “defesa à vida”, quando, na verdade, estão traçando um caminho inverso. Não há vida a ser protegida, porque aqueles embriões congelados jamais virão a se tornar seres humanos. E a vida das pessoas que têm nessas pesquisas a esperança de recuperarem movimentos, de voltarem a andar, de se curarem de doenças terríveis... De viver?
Observando a situação pelo lado jurídico, o X da questão está no artigo 2º do nosso Código Civil, que diz o seguinte: “A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro.”
O que é o nascituro?
É, simplesmente, o ser humano já concebido, mas que ainda não nasceu. Cujo nascimento se espera como fato futuro.
...Será que um embrião congelado dentro de um vidro pode ter tal denominação?
Outra questão levantada vem sendo o risco da liberação dessas pesquisas “incentivar” a venda de embriões, no famoso “mercado negro”. Certo, certo, esse risco é bem grande, mas... É o mesmo que ocorre, por exemplo, no caso da doação de órgãos. Então, qual seria a solução? Vamos proibir o transplante de órgãos para acabar com a venda ilegal? Hm... É melhor nem dar a idéia, porque sempre tem um doido metido a protetor dos direitos humanos para levantar suas questionáveis idéias de “proteção”.
Enfim, esse é apenas o meu ponto de vista. Cada um tem o seu e acho que discussões são válidas e só têm a beneficiar os dois lados. O mural de comentários está aí, para que eu possa saber a opinião de vocês a respeito desse tema.
*Ouvindo: Música urbana - Capital Inicial
Entendem o contraditório da questão? Querem proteger embriões, condenando-os a permanecerem congelados por anos até serem descartados. Ou seja: eles vão para o LIXO. ...Forma estranha de proteção, não? Isso quando, ao invés de irem para o lixo, esses mesmo embriões podem ser usados em pesquisas que podem até mesmo salvar a vida de pessoas. Os que são contra essas pesquisas levantam a bandeira de “defesa à vida”, quando, na verdade, estão traçando um caminho inverso. Não há vida a ser protegida, porque aqueles embriões congelados jamais virão a se tornar seres humanos. E a vida das pessoas que têm nessas pesquisas a esperança de recuperarem movimentos, de voltarem a andar, de se curarem de doenças terríveis... De viver?
Observando a situação pelo lado jurídico, o X da questão está no artigo 2º do nosso Código Civil, que diz o seguinte: “A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro.”
O que é o nascituro?
É, simplesmente, o ser humano já concebido, mas que ainda não nasceu. Cujo nascimento se espera como fato futuro.
...Será que um embrião congelado dentro de um vidro pode ter tal denominação?
Outra questão levantada vem sendo o risco da liberação dessas pesquisas “incentivar” a venda de embriões, no famoso “mercado negro”. Certo, certo, esse risco é bem grande, mas... É o mesmo que ocorre, por exemplo, no caso da doação de órgãos. Então, qual seria a solução? Vamos proibir o transplante de órgãos para acabar com a venda ilegal? Hm... É melhor nem dar a idéia, porque sempre tem um doido metido a protetor dos direitos humanos para levantar suas questionáveis idéias de “proteção”.
Enfim, esse é apenas o meu ponto de vista. Cada um tem o seu e acho que discussões são válidas e só têm a beneficiar os dois lados. O mural de comentários está aí, para que eu possa saber a opinião de vocês a respeito desse tema.
*Ouvindo: Música urbana - Capital Inicial
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PS: Pra quem anda por fora do assunto: uma lei criada em 2005 liberou as pesquisas com células tronco embrionárias, mas foi proposta uma ação alegando a inconstitucionalidade dessa lei. Ontem, houve a audiência no Superior Tribunal Federal para o julgamento dessa ação. O julgamento foi suspenso e adiado em trinta dias.
Para maiores detalhes, aqui vai o link de duas reportagens sobre o assunto:
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
[ctrl c + ctrl v] Ah, o amor!
Voltei! Atendendo a milhares do pedidos (do Marcos, que foi o único que comentou o post anterior rs), cá estou eu atualizando.
Como o tempo é curto e quero voltar a manter isso aqui e meu fotolog atualizados, resolvi apelar para o CTRL C + CTRL V. Dessa vez, trago um texto da minha amiga Alline (que, aliás, fez niver ontem! Parabéns de novo, amiga!). Ela postou esse texto há um tempinho, no blog dela que nem existe mais (vai ver ela nem lembra desse texto e, se lembrar, aposto que nem imaginaria que eu o guardei rsrs). Fala sobre o amor e o egoísmo, e eu o acho bem legal!
Boa leitura para vocês!
------------------------------------
Ah, o amor!
Estava pensando no amor. Sentimento nobre, bom e que poucos conhecem.
A maioria conhece o egoísmo. Aquele que desejamos ser feliz a qq custo, então ficamos com alguém para que ele nos faça feliz, não para o fazermos também. O egoísmo busca um companheiro apenas para companhia, não para troca de experiência, erros, mudanças, perdões, crescimento...
O egoísmo busca alguém pra satisfazer suas vontades e não para buscarem algo novo JUNTOS.
O egoísmo busca alguém com quem vc possa passar o final de semana juntos, ir ao cinema, ser convidado a madrinha de casamento pq o seu kit já vem com o companheiro (no caso, possível padrinho). Percebemos o egoísta quando na primeira dificuldade ele diz: VOCÊ não me faz mais feliz, VOCÊ é a culpada, VOCÊ nunca enxerga seus erros, VOCÊ é o responsável pelas minhas angústias, deu tudo erado porque VOCÊ não me deixou fazer de tal forma, não sou feliz porque VOCÊ não sai do meu pé, enfim... o egoísta nunca enxerga seus erros na relação e bota sempre a culpa no outro, se fazendo de vítima, de coitadinho e tirando suas expectativas e responsabilidades da reta. Ele não enxerga que ELE só entrou na relação pra gozar das coisas boas que ela oferece, e que a falta de amor pelo outro lhe dá essa sensação de que o outro é culpado, mas não vê que não teve nenhum critério na escolha a não ser a dependência sentimental. Alguém para ser sua companhia, estra junto, todos os momentos. Só pra ter com quem conversar.
O egoísmo vem de pessoas solitárias, medrosas e inseguras que atiram pra tudo quanto é lado, desde que tire lucro. Sem se importar com o que está fazendo com os direitos e sentimentos do outro. O egoísta quer tudo do jeito dele, não abre mão. E isso, definitivamente, não pode ser amor.
O amor renuncia, o amor perdoa, o amor persiste, o amor ajuda, o amor salva, o amor deseja o bem, o amor pergunta, o amor fala, o amor demonstra, o amor ganha... Ganha a amizade, um outro amor, a confiança e, SIM, a companhia. Mas a companhia verdadeira. Aquela que vem por vontade, corpo e alma...
AME!!! E cuidado com as suas vontades! Saiba utilizá-las para o bem. É claro que mesmo quando AMAMOS, às vezes agimos com atitudes egoístas, isto é do ser-humano. Mas temos que tomar cuidado para não deixar que o nosso egoísmo sobressaia ao amor.
---------------------------------------------
Beijos, amados!
*Ouvindo: Mihimaru GT - Kaerouka
(Meu novo vício de J-music! rs)
Como o tempo é curto e quero voltar a manter isso aqui e meu fotolog atualizados, resolvi apelar para o CTRL C + CTRL V. Dessa vez, trago um texto da minha amiga Alline (que, aliás, fez niver ontem! Parabéns de novo, amiga!). Ela postou esse texto há um tempinho, no blog dela que nem existe mais (vai ver ela nem lembra desse texto e, se lembrar, aposto que nem imaginaria que eu o guardei rsrs). Fala sobre o amor e o egoísmo, e eu o acho bem legal!
Boa leitura para vocês!
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Ah, o amor!
Estava pensando no amor. Sentimento nobre, bom e que poucos conhecem.
A maioria conhece o egoísmo. Aquele que desejamos ser feliz a qq custo, então ficamos com alguém para que ele nos faça feliz, não para o fazermos também. O egoísmo busca um companheiro apenas para companhia, não para troca de experiência, erros, mudanças, perdões, crescimento...
O egoísmo busca alguém pra satisfazer suas vontades e não para buscarem algo novo JUNTOS.
O egoísmo busca alguém com quem vc possa passar o final de semana juntos, ir ao cinema, ser convidado a madrinha de casamento pq o seu kit já vem com o companheiro (no caso, possível padrinho). Percebemos o egoísta quando na primeira dificuldade ele diz: VOCÊ não me faz mais feliz, VOCÊ é a culpada, VOCÊ nunca enxerga seus erros, VOCÊ é o responsável pelas minhas angústias, deu tudo erado porque VOCÊ não me deixou fazer de tal forma, não sou feliz porque VOCÊ não sai do meu pé, enfim... o egoísta nunca enxerga seus erros na relação e bota sempre a culpa no outro, se fazendo de vítima, de coitadinho e tirando suas expectativas e responsabilidades da reta. Ele não enxerga que ELE só entrou na relação pra gozar das coisas boas que ela oferece, e que a falta de amor pelo outro lhe dá essa sensação de que o outro é culpado, mas não vê que não teve nenhum critério na escolha a não ser a dependência sentimental. Alguém para ser sua companhia, estra junto, todos os momentos. Só pra ter com quem conversar.
O egoísmo vem de pessoas solitárias, medrosas e inseguras que atiram pra tudo quanto é lado, desde que tire lucro. Sem se importar com o que está fazendo com os direitos e sentimentos do outro. O egoísta quer tudo do jeito dele, não abre mão. E isso, definitivamente, não pode ser amor.
O amor renuncia, o amor perdoa, o amor persiste, o amor ajuda, o amor salva, o amor deseja o bem, o amor pergunta, o amor fala, o amor demonstra, o amor ganha... Ganha a amizade, um outro amor, a confiança e, SIM, a companhia. Mas a companhia verdadeira. Aquela que vem por vontade, corpo e alma...
AME!!! E cuidado com as suas vontades! Saiba utilizá-las para o bem. É claro que mesmo quando AMAMOS, às vezes agimos com atitudes egoístas, isto é do ser-humano. Mas temos que tomar cuidado para não deixar que o nosso egoísmo sobressaia ao amor.
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Beijos, amados!
*Ouvindo: Mihimaru GT - Kaerouka
(Meu novo vício de J-music! rs)
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
No momento, estou...
*Em níveis terrivelmente altos de stress. Uma pilha sem precedentes;
*Deprimida;
*Chorando no mínimo cinco vezes ao dia (algumas de stress, outras de depressão... Outras por pura manha);
*Tentando entender porque existe tanta gente ruim nesse mundo (e quando eu digo ruim não quero dizer ingrata, chata, invejosa, falsa ou coisas do gênero. Digo RUINS no pior sentido da palavra! Gente que vai pro inferno sem escalas!)
*Mas também tento entender porque existe tanta gente ingrata, invejosa, falsa e hipócrita nesse mundo... Essas almas, espero eu, ainda podem ter uma chance de salvação;
*Tentando entender porque tenho um imã pra caras estranhos, psicóticos, perigosos e crianções;
*Com uma lista ainda interminável de exames médicos pra fazer, mas já pouco me importando pro resultado deles... Contanto que me rendam uma licença médica de um ano...
*Com uma bomba do tamanho do mundo no serviço quase estourando nas minhas costas (pelo menos já tenho nível superior e direito a prisão especial O.o)
*Com uma saudade-monstro das minhas amigas do Ensino Médio que não vejo há um tempinho, e que me davam colo quando eu estava mal =(
*Carente, como dá pra perceber pela frase acima;
*Preocupada e ansiosa
*Lendo (ou tentando ler) "Orgulho e preconceito" de Jane Austen;
*Assistindo a novelinha japonesa que está passando na Band;
*Tentando achar tempo pra me matricular num cursinho pra OAB;
*Tentando me animar a fazer OAB =(
*Atualizando o blog, pra não dar teias de aranha.
*Ouvindo: Meus pensamentos que não dão trégua =(
*Deprimida;
*Chorando no mínimo cinco vezes ao dia (algumas de stress, outras de depressão... Outras por pura manha);
*Tentando entender porque existe tanta gente ruim nesse mundo (e quando eu digo ruim não quero dizer ingrata, chata, invejosa, falsa ou coisas do gênero. Digo RUINS no pior sentido da palavra! Gente que vai pro inferno sem escalas!)
*Mas também tento entender porque existe tanta gente ingrata, invejosa, falsa e hipócrita nesse mundo... Essas almas, espero eu, ainda podem ter uma chance de salvação;
*Tentando entender porque tenho um imã pra caras estranhos, psicóticos, perigosos e crianções;
*Com uma lista ainda interminável de exames médicos pra fazer, mas já pouco me importando pro resultado deles... Contanto que me rendam uma licença médica de um ano...
*Com uma bomba do tamanho do mundo no serviço quase estourando nas minhas costas (pelo menos já tenho nível superior e direito a prisão especial O.o)
*Com uma saudade-monstro das minhas amigas do Ensino Médio que não vejo há um tempinho, e que me davam colo quando eu estava mal =(
*Carente, como dá pra perceber pela frase acima;
*Preocupada e ansiosa
*Lendo (ou tentando ler) "Orgulho e preconceito" de Jane Austen;
*Assistindo a novelinha japonesa que está passando na Band;
*Tentando achar tempo pra me matricular num cursinho pra OAB;
*Tentando me animar a fazer OAB =(
*Atualizando o blog, pra não dar teias de aranha.
*Ouvindo: Meus pensamentos que não dão trégua =(
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Será que alguém ainda visita aqui?
Eu andei um pouco sumida, né?
(Pouco??)
Deixem-me ser sincera: por mais incrível que isso possa parecer, eu, a postadora compulsiva, esqueci totalmente que tinha blog.
A explicação para isso: muita coisa para fazer/resolver/pensar e um dia de apenas 24 horas.
Ando (tentando) estudar para concursos públicos; evolvida até o último fio de cabelo com a AMA; levando meu curso de japonês aos trancos e barrancos; e trabalhando... Mas trabalhando MUITO! Trazendo trabalho pra casa, só pro meu dia render menos e minha cabeça doer mais.
Fora isso, tô com uns problemas meio sérios de saúde, fazendo exames e mais exames e morrendo de medo do resultado deles rs.
Acreditem, não ando postando pra não fazer nenhum post deprê rsrs... Quero fazer postagens felizes! (ou, no mínimo, interessantes para quem lê rs)
Mas, quando passar essa temporada de exames (e dependendo do resultado deles), meu estado de humor certamente irá melhorar um pouquinho. Mas, antes disso, prometo voltar aqui pra postar algo decente.
Beijos, amados! Vou fazer petição! rs
(Pouco??)
Deixem-me ser sincera: por mais incrível que isso possa parecer, eu, a postadora compulsiva, esqueci totalmente que tinha blog.
A explicação para isso: muita coisa para fazer/resolver/pensar e um dia de apenas 24 horas.
Ando (tentando) estudar para concursos públicos; evolvida até o último fio de cabelo com a AMA; levando meu curso de japonês aos trancos e barrancos; e trabalhando... Mas trabalhando MUITO! Trazendo trabalho pra casa, só pro meu dia render menos e minha cabeça doer mais.
Fora isso, tô com uns problemas meio sérios de saúde, fazendo exames e mais exames e morrendo de medo do resultado deles rs.
Acreditem, não ando postando pra não fazer nenhum post deprê rsrs... Quero fazer postagens felizes! (ou, no mínimo, interessantes para quem lê rs)
Mas, quando passar essa temporada de exames (e dependendo do resultado deles), meu estado de humor certamente irá melhorar um pouquinho. Mas, antes disso, prometo voltar aqui pra postar algo decente.
Beijos, amados! Vou fazer petição! rs
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Formada!
E o bem venceu o mau! rsrs Energia positiva na veiaaaa!!
Minha formatura foi mais do que perfeita!! Ou melhor, tirando umas coisinhas como a música ridícula que minha digníssima turma escolheu para tocar na hora que entrávamos (o tema de "missão impossível" ¬¬' posso com isso??) e outra infantilidades que rolaram lá na hora. Mas, enfim, isso a gente abstrai.
Minhas amigas Cátia e Layla e minha prima/comadre Sylvania disseram que iam, mas não foram =/ Fora o povo que já tinha garantido que não iria... Mas, ainda assim, carambaaa... Foi muuuita gente! Será que eu consigo fazer uma listinha? rs
Do Rio (e cidades rs): Mamãe e papai (óbvio! rs); Ana Claudia; Carla com minha afilhadinha Duda; Quila com a filhota Maíra; meu primo Halan com a esposa Marah e as quatro filhotas Mariana, Halana, Manoela e Isabela; Meu padrinho Maurino com minha tia Marta; Tia Marina com tio Chain; Toninho com a Cris; Lene com o Carlos; Almir com a esposa Tati e a filhota Maria; meu patrão;
De Sampa: Karina, Alline e Allan.
Sinto que estou esquecendo de citar alguém! O.o...
Mas acho que eu estava muito perdida com o momento rsrs... Depois fiquei preocupada em não ter dado atenção devida pra td mundo. Sem contar que esqueci totalmente de pedir pra alguém bater fotos minhas com o pessoal que foi =/ ...E também não tirei foto com meu vestido, só de beca. =(
Eu estava muito feliz e muito nervosa. Tava aflita com o cabelo que estava desmanchando (no final eu já estava quase sem cachinho nenhum =/), com medo de tropeçar na hora de levar a placa de homenagem pro professor ou de pegar o canudo, ansiosa com o povo que tava vindo de Sampa, morrendo de medo deles não encontrarem o caminho... Enfim, foi só neura rsrs... Mas, no final, tudo deu certo! o pessoal chegou são e salvo, eu não tropecei, e... Quem liga pra cabelo?? huahuahua... Tirei muitas fotos, abracei pessoas lindas e especiais que foram me ver vestida de pinguim =)... Senti-me como uma estrela de cinema huahuahua...
No dia seguinte (churrasco), foi beeeem menos gente que na colação. Mais adicionou-se a elas minhas primas Fabiana e Lilian, a Bárbara com o namorado, e minha sobrinha Giovanna. Também ameeei! ...Só que, depois que todos tinham ido embora, eu abri a geladeira e encontrei os pães de alho que esquecemos de colocar pra assar ¬¬' (vai tudo estragar agora =/ ...A não ser que o pessoal queria vir fazer outro churrasco antes do dia 20 de fevereiro, q é a data de validade deles rsrs...)
No domingo (dia seguinte ao churrasco), levei minha irmãzinha Kari-chan pra fazer um tour pelo Rio. Com o tempo corrido, só deu pra pegarmos uma praínha em Copacabana e, depois do almoço, passamos pela Urca. Tem incontáveis outros lugares legais que eu queria que ela conhecesse, mas não faltarão oportunidades. Fiquei muuuuito feliz com a visita dela (alguém acredita que a gente se conhece há uns sete anos e essa é a primeira vez que ela vem ao Rio?? ¬¬' Já passava da hora, né?? rsrs...)
Enfim, agradeço muuuito às energias positivas enviadas e aos amigos que foram. Amo ocês! ^-^
*Ouvindo: Rádio no serviço rsrs... Uma música da Adriana Calcanhoto, que não sei o nome! O.o
PS: Tô no trampo. De noite volto pra editar o post e colocar fotos =)
Minha formatura foi mais do que perfeita!! Ou melhor, tirando umas coisinhas como a música ridícula que minha digníssima turma escolheu para tocar na hora que entrávamos (o tema de "missão impossível" ¬¬' posso com isso??) e outra infantilidades que rolaram lá na hora. Mas, enfim, isso a gente abstrai.
Minhas amigas Cátia e Layla e minha prima/comadre Sylvania disseram que iam, mas não foram =/ Fora o povo que já tinha garantido que não iria... Mas, ainda assim, carambaaa... Foi muuuita gente! Será que eu consigo fazer uma listinha? rs
Do Rio (e cidades rs): Mamãe e papai (óbvio! rs); Ana Claudia; Carla com minha afilhadinha Duda; Quila com a filhota Maíra; meu primo Halan com a esposa Marah e as quatro filhotas Mariana, Halana, Manoela e Isabela; Meu padrinho Maurino com minha tia Marta; Tia Marina com tio Chain; Toninho com a Cris; Lene com o Carlos; Almir com a esposa Tati e a filhota Maria; meu patrão;
De Sampa: Karina, Alline e Allan.
Sinto que estou esquecendo de citar alguém! O.o...
Mas acho que eu estava muito perdida com o momento rsrs... Depois fiquei preocupada em não ter dado atenção devida pra td mundo. Sem contar que esqueci totalmente de pedir pra alguém bater fotos minhas com o pessoal que foi =/ ...E também não tirei foto com meu vestido, só de beca. =(
Eu estava muito feliz e muito nervosa. Tava aflita com o cabelo que estava desmanchando (no final eu já estava quase sem cachinho nenhum =/), com medo de tropeçar na hora de levar a placa de homenagem pro professor ou de pegar o canudo, ansiosa com o povo que tava vindo de Sampa, morrendo de medo deles não encontrarem o caminho... Enfim, foi só neura rsrs... Mas, no final, tudo deu certo! o pessoal chegou são e salvo, eu não tropecei, e... Quem liga pra cabelo?? huahuahua... Tirei muitas fotos, abracei pessoas lindas e especiais que foram me ver vestida de pinguim =)... Senti-me como uma estrela de cinema huahuahua...
No dia seguinte (churrasco), foi beeeem menos gente que na colação. Mais adicionou-se a elas minhas primas Fabiana e Lilian, a Bárbara com o namorado, e minha sobrinha Giovanna. Também ameeei! ...Só que, depois que todos tinham ido embora, eu abri a geladeira e encontrei os pães de alho que esquecemos de colocar pra assar ¬¬' (vai tudo estragar agora =/ ...A não ser que o pessoal queria vir fazer outro churrasco antes do dia 20 de fevereiro, q é a data de validade deles rsrs...)
No domingo (dia seguinte ao churrasco), levei minha irmãzinha Kari-chan pra fazer um tour pelo Rio. Com o tempo corrido, só deu pra pegarmos uma praínha em Copacabana e, depois do almoço, passamos pela Urca. Tem incontáveis outros lugares legais que eu queria que ela conhecesse, mas não faltarão oportunidades. Fiquei muuuuito feliz com a visita dela (alguém acredita que a gente se conhece há uns sete anos e essa é a primeira vez que ela vem ao Rio?? ¬¬' Já passava da hora, né?? rsrs...)
Enfim, agradeço muuuito às energias positivas enviadas e aos amigos que foram. Amo ocês! ^-^
*Ouvindo: Rádio no serviço rsrs... Uma música da Adriana Calcanhoto, que não sei o nome! O.o
PS: Tô no trampo. De noite volto pra editar o post e colocar fotos =)
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Praga?
Alguém aê acredita em praga?
Talvez a palavra seja muito forte... Mas eu acredito na força das intenções das pessoas. Seja para o bem ou para o mal.
Eu não sou tão noiada a ponto de achar q td q acontece de ruim seja por conta dessas más-intenções, mas quando tudo acerca de um evento extremamente importante começa a dar errado... E quando eu sei que tem pessoas que me odeiam/invejam a ponto de desejarem q tudo saia errado... Então, eu não tenho outra linha de pensamento para seguir, senão essa: me jogaram uma praga!!!
Ontem foi o dia que me deu mais certeza disso. Começou muito bem, com eu recebendo a notícia de que minha amiga-irmã Karina viria. Mas, depois, começaram a vir as más notícias. Minha amiga Cátia está doente e não poderá ir. Minha prima Fabiana vai ter prova da faculdade nesse dia. Minha tia (e família) vai precisar fazer uma viagem. Meu primo de Rio das Ostras que me garantiu que viria, a mãe dele informou que não virá. Tudo isso num dia só me deixou mais do que desanimada. E, hj, a Kari me diz que também está doente... Ah, não, gente... Eu já tô quase caindo no choro por conta disso.
Fora isso... Não poderei usar brinco porque minha orelha inflamou e está intocável. E meu rosto, que nem é de dar espinha, está ganhando umas cinco espinhas novas por dia ¬¬ Agora só está faltando eu também ficar doente, affeee...
Mas, tudo bem. Como eu citei no início do post, acredito na força das intenções das pessoas... E, também, acredito que as boas intenções sempre são mais fortes que as más. Sendo assim, a melhor forma de contra-ataque é ter muita fé! E acreditar que TUDO vai dar certo!!! Eu acredito, e tenho certeza de que as pessoas que gostam de mim também vão acreditar.
E, sobre as pessoinhas que estão torcendo ao máximo pela minha infelicidade (e eu sei exatamente quem são), eu também acredito que logo vocês vão perceber que é muito mais vantagem prestarem atenção às suas próprias vidas, em vez de ficar agourando as dos outros. E, como acredito na lei do retorno, torço muito pela felicidade de vocês... Porque sei que a vida nos devolve em dobro tudo o que desejamos ao próximo.
Fui-me! (tenho que trabalhaaar rs...)
Talvez a palavra seja muito forte... Mas eu acredito na força das intenções das pessoas. Seja para o bem ou para o mal.
Eu não sou tão noiada a ponto de achar q td q acontece de ruim seja por conta dessas más-intenções, mas quando tudo acerca de um evento extremamente importante começa a dar errado... E quando eu sei que tem pessoas que me odeiam/invejam a ponto de desejarem q tudo saia errado... Então, eu não tenho outra linha de pensamento para seguir, senão essa: me jogaram uma praga!!!
Ontem foi o dia que me deu mais certeza disso. Começou muito bem, com eu recebendo a notícia de que minha amiga-irmã Karina viria. Mas, depois, começaram a vir as más notícias. Minha amiga Cátia está doente e não poderá ir. Minha prima Fabiana vai ter prova da faculdade nesse dia. Minha tia (e família) vai precisar fazer uma viagem. Meu primo de Rio das Ostras que me garantiu que viria, a mãe dele informou que não virá. Tudo isso num dia só me deixou mais do que desanimada. E, hj, a Kari me diz que também está doente... Ah, não, gente... Eu já tô quase caindo no choro por conta disso.
Fora isso... Não poderei usar brinco porque minha orelha inflamou e está intocável. E meu rosto, que nem é de dar espinha, está ganhando umas cinco espinhas novas por dia ¬¬ Agora só está faltando eu também ficar doente, affeee...
Mas, tudo bem. Como eu citei no início do post, acredito na força das intenções das pessoas... E, também, acredito que as boas intenções sempre são mais fortes que as más. Sendo assim, a melhor forma de contra-ataque é ter muita fé! E acreditar que TUDO vai dar certo!!! Eu acredito, e tenho certeza de que as pessoas que gostam de mim também vão acreditar.
E, sobre as pessoinhas que estão torcendo ao máximo pela minha infelicidade (e eu sei exatamente quem são), eu também acredito que logo vocês vão perceber que é muito mais vantagem prestarem atenção às suas próprias vidas, em vez de ficar agourando as dos outros. E, como acredito na lei do retorno, torço muito pela felicidade de vocês... Porque sei que a vida nos devolve em dobro tudo o que desejamos ao próximo.
Fui-me! (tenho que trabalhaaar rs...)
domingo, 6 de janeiro de 2008
Sinais de vida
Amadoooos
Eu não morri, nem abandonei o blog.
Explicando: passei alguns dias com a net ruim. Então, semana passada viajei e, qdo voltei, a net AINDA estava ruim. Agora ela até q melhorou um pko, mas estive completamente sem tempo este fim de semana. E a coisa durante a semana vai piorar, porque amanhã volto pro trabalho e sexta é o grande dia da minha formaturaaaaa
Tenho tanto q fazer e que resolver! =(
Mas estou muuuito feliz que minha amiga Alline virá de Sampa pra minha colação! =)
Queria q o Rafa, o Tutu e a Kari viessem tbm, poxaaaa =/
Enfim, vou tentar postar algo antes do grande dia. E tbm pretendo comentar em tds os posts q deixei atrasar nos blogs de vcs.
Beijoooos!
Eu não morri, nem abandonei o blog.
Explicando: passei alguns dias com a net ruim. Então, semana passada viajei e, qdo voltei, a net AINDA estava ruim. Agora ela até q melhorou um pko, mas estive completamente sem tempo este fim de semana. E a coisa durante a semana vai piorar, porque amanhã volto pro trabalho e sexta é o grande dia da minha formaturaaaaa
Tenho tanto q fazer e que resolver! =(
Mas estou muuuito feliz que minha amiga Alline virá de Sampa pra minha colação! =)
Queria q o Rafa, o Tutu e a Kari viessem tbm, poxaaaa =/
Enfim, vou tentar postar algo antes do grande dia. E tbm pretendo comentar em tds os posts q deixei atrasar nos blogs de vcs.
Beijoooos!
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
O dia em que escalamos o Pão de Açúcar
É lógico que se chegassem em nós e dissessem: “vamos subir A PÉ o morro do Pão de Açúcar”, nós responderíamos: “Você está maluco??”
Mas tudo depende da abordagem. No nosso caso, ela foi bem sutil e empolgante: “Vamos fazer uma trilha?”
Eba! Trilha! Trilhas são legais! Caminhar na graminha, ver os passarinhos, os esquilinhos... Parar para descansar à sombra de uma árvore. Que coisa mais gostosa!
Eu topei, a Alline e o Allan também.
O Ice (o grande vilão enganador da história) só não nos contou onde essa trilha iria nos levar. Tudo o que ele afirmava é que, ao chegar ao final, teríamos um vista maravilhosa! Só iríamos subir um “morrinho”.
Aê os leitores paulistas (ou de outros estados... Se é que tenho leitores de outros estados rs) e do Japão (rs) devem estar se perguntando: “eles são doidos de subir morro no Rio de Janeiro?” (¬¬’) ...Não era uma favela, tá legal?? Era um dos (poucos, é verdade rs) morros de Rio City que ainda não tiveram ocupação rsrs...
Também, ninguém é louco de ocupar um morro na Urca.
A Urca é um dos lugares mais seguros do RJ. É área militar e só tem uma entrada. O sujeito que resolver fazer um assalto ali e conseguir sair vivo e inteiro de lá, na boa, merece uma medalha! Rs.
Na minha opinião, é um dos cantinhos mais simpáticos do Rio também. A praia, além de bonita, é bem menos muvucada que as agitadíssimas Copacabana, Ipanema e similares.
Se eu tivesse que morar na Cidade do Rio, acho que iria querer morar na Urca. Mas, óbvio, que pra isso eu teria que ter $condições$. Porque lá só mora gente rica, tipo o Roberto Carlos, e o Ice rsrs (e ele nem visita meu blog, nem tem graça ficar zoando ¬¬)
Enfim, voltando à narrativa:
Começamos a nossa trilha, subindo o tal “morrinho”.
Acho que minhas caminhadas diárias de idas em fóruns carregando pilhas de processos no muque ajudaram a melhorar um pouquinho meu condicionamento físico (¬¬’) porque eu não senti taaaanto assim a trilha. Achei que fosse sentir bem mais.
Quem não parecia compartilhar disso, era a Alline, que não gostou muito da trilha não, além de achar hiper cansativa rs. A todo instante, ela parava para descansar e, enquanto tentava retomar o fôlego, sempre suspirava um: “Ice, eu vou te matar...”
O pior é que, por mais que perguntássemos, ele não dizia pra onde estávamos indo. Acho, até, que ele achou que eu soubesse (rs).
Então, chegamos a um lugar que parecia ser o topo. A Alline até comemorou, feliz da vida. Então, o Ice nos jogou o balde de água fria: “E aqui chegamos... Ao meio do caminho”.
Mas tudo depende da abordagem. No nosso caso, ela foi bem sutil e empolgante: “Vamos fazer uma trilha?”
Eba! Trilha! Trilhas são legais! Caminhar na graminha, ver os passarinhos, os esquilinhos... Parar para descansar à sombra de uma árvore. Que coisa mais gostosa!
Eu topei, a Alline e o Allan também.
O Ice (o grande vilão enganador da história) só não nos contou onde essa trilha iria nos levar. Tudo o que ele afirmava é que, ao chegar ao final, teríamos um vista maravilhosa! Só iríamos subir um “morrinho”.
Aê os leitores paulistas (ou de outros estados... Se é que tenho leitores de outros estados rs) e do Japão (rs) devem estar se perguntando: “eles são doidos de subir morro no Rio de Janeiro?” (¬¬’) ...Não era uma favela, tá legal?? Era um dos (poucos, é verdade rs) morros de Rio City que ainda não tiveram ocupação rsrs...
Também, ninguém é louco de ocupar um morro na Urca.
A Urca é um dos lugares mais seguros do RJ. É área militar e só tem uma entrada. O sujeito que resolver fazer um assalto ali e conseguir sair vivo e inteiro de lá, na boa, merece uma medalha! Rs.
Na minha opinião, é um dos cantinhos mais simpáticos do Rio também. A praia, além de bonita, é bem menos muvucada que as agitadíssimas Copacabana, Ipanema e similares.
Se eu tivesse que morar na Cidade do Rio, acho que iria querer morar na Urca. Mas, óbvio, que pra isso eu teria que ter $condições$. Porque lá só mora gente rica, tipo o Roberto Carlos, e o Ice rsrs (e ele nem visita meu blog, nem tem graça ficar zoando ¬¬)
Enfim, voltando à narrativa:

Começamos a nossa trilha, subindo o tal “morrinho”.
Acho que minhas caminhadas diárias de idas em fóruns carregando pilhas de processos no muque ajudaram a melhorar um pouquinho meu condicionamento físico (¬¬’) porque eu não senti taaaanto assim a trilha. Achei que fosse sentir bem mais.
Quem não parecia compartilhar disso, era a Alline, que não gostou muito da trilha não, além de achar hiper cansativa rs. A todo instante, ela parava para descansar e, enquanto tentava retomar o fôlego, sempre suspirava um: “Ice, eu vou te matar...”
O pior é que, por mais que perguntássemos, ele não dizia pra onde estávamos indo. Acho, até, que ele achou que eu soubesse (rs).
Então, chegamos a um lugar que parecia ser o topo. A Alline até comemorou, feliz da vida. Então, o Ice nos jogou o balde de água fria: “E aqui chegamos... Ao meio do caminho”.

...Eu também já estava começando a ficar com vontade de matá-lo. Mas ele nos comprou com uns sandubas.

Então, voltamos a caminhar!
Pelo caminho, não tivemos sombras de árvores para descansar, nem esquilinhos. Mas tinham micos devoradores de fandangos. Muitos micos, aliás. Acho que nunca vi tantos assim juntos num mesmo lugar.
Pelo caminho, não tivemos sombras de árvores para descansar, nem esquilinhos. Mas tinham micos devoradores de fandangos. Muitos micos, aliás. Acho que nunca vi tantos assim juntos num mesmo lugar.

Mais meia horinha depois e, enfim, chegamos ao local. Ficamos eu e a Alline olhando para aquilo, com caras de bobonas:
Luciane: Ice...
Alline: Ice...
Luciane: Eu não acredito que estamos no topo do Pão de Açúcar!
Alline: Eu não acredito que estamos no topo do Pão de Açúcar!
Luciane: Que feliz! Isso é lindo!
Alline: Seu malditoooo! Eu já vim aqui ano passado!
Então, eu percebi que ela não compartilhava da mesma alegria que eu. Muito pelo contrário, ela estava furiosa! Segundo ela, se ele falasse a mais tempo que iríamos subir o pão de açúcar, ela teria pagado os 30 reais para subir pelo bondinho e nos esperaria lá em cima.
Mas, tudo bem... Como ela não poderia matar o Ice (já que isso seria crime e ela ainda não terminou a faculdade para ter direito à prisão especial), deixou a raiva passar e aproveitou o momento para tirar fotos da paisagem.
Luciane: Ice...Alline: Ice...
Luciane: Eu não acredito que estamos no topo do Pão de Açúcar!
Alline: Eu não acredito que estamos no topo do Pão de Açúcar!
Luciane: Que feliz! Isso é lindo!
Alline: Seu malditoooo! Eu já vim aqui ano passado!
Então, eu percebi que ela não compartilhava da mesma alegria que eu. Muito pelo contrário, ela estava furiosa! Segundo ela, se ele falasse a mais tempo que iríamos subir o pão de açúcar, ela teria pagado os 30 reais para subir pelo bondinho e nos esperaria lá em cima.
Mas, tudo bem... Como ela não poderia matar o Ice (já que isso seria crime e ela ainda não terminou a faculdade para ter direito à prisão especial), deixou a raiva passar e aproveitou o momento para tirar fotos da paisagem.
A descida foi beeem mais tranqüila. E, então, chegou a parte triste: a despedida de Allan e Alline, que estavam voltando para Sampa! =/ ...De qualquer maneira, eu espero que eles voltem ainda muitas vezes em 2008. ...Mas, da próxima, deixem que EU monto o roteiro dos passeios. O Ice está demitido de seu cargo.
*Ouvindo: Capital Inicial - Respirar você
(Créditos das fotos: Alline Tolezano... Exceto as dela, que fui eu que tirei rs... Na máquina dela, claro rs)
domingo, 23 de dezembro de 2007
É natal!!

Gente, que felicidade saber que o dia de natal está chegando. Porque quanto mais cedo ele chega, mais cedo ele vai embora rs.
Não me vejam como uma chata rabugenta que odeia coisas felizes. Não odeio o natal em si, é só que, para mim, é apenas mais um dia. Ficamos em casa eu, meu pai e minha mãe, sentados na frente da tevê assistindo a um desses especiais chatos, até que o primeiro sente sono, comunica que vai dormir e os demais aproveitam o embalo rs. Na verdade, no ano passado o nosso natal foi muito triste por motivos pessoais e, este ano, será novamente... Mas acho que já estamos um pouco mais calejados, então espero que ao menos tenha menos choro rs.
E é isso: pra mim, o natal é só mais um dia normal em que o mundo inteiro impõe que deve ser uma noite especial e, por não ser, torna-se frustrante. (e vou logo avisando que não quero que ninguém me venha no dia 26 perguntar: “como foi o seu natal?” ¬¬).
Quando eu era criança, era diferente. Tinha aquela magia das luzinhas brilhantes e da espera pelo símbolo supremo do capitalism... Er, digo, o bom velhinho: Papai Noel! Só que, então, eu fui crescendo e descobrindo que o mês de dezembro é a pior época do ano para quem tem que sair de casa por qualquer motivo. Ir a uma loja (qualquer loja), a um bar, a uma pizzaria, estacionar o carro, pegar um ônibus e mesmo ir para o trabalho viram missões de guerra.
Eu trabalho num centro comercial. Do momento que eu desço do ônibus até atravessar o calçadão e chegar ao escritório, eu levo, em média, cinco minutos. Nessa última semana, cheguei a levar meia hora para fazer esse trajeto. Porque é gente que não acaba mais! Sinto-me em um formigueiro gigante! Aê vão aquelas senhoras que adoram desfilar pelas ruas, parando a cada dois passos para olhar a vitrine de uma loja. E aquelas criancinhas que param toda hora para dizerem: “mãe, quero isso!”. E aquele povo com 3928363548 sacolas penduradas... Só Jesus para nos dar paciência numa hora dessas. Eles ali, gastando aos rios, enquanto tudo o que eu queria era chegar ao meu trabalho, para fazer jus a merrequinha que eu ganho (que não dá nem para fazer compras com carnês nas Casas Bahia).
Falar em lojas e compras... Não dá nem para sentir dor de cabeça em época de natal. Porque até as farmácias ficam abarrotadas de gente. De papelarias a padarias, esse povo só tem em mente uma coisa: comprar!! Compram por compulsão, dificultando a vidinha das pessoas que só querem comprar uma aspirina ou um pacote de biscoito para fazer o lanche sagrado de cada dia.
Os ônibus parecem demorar mais para passar e, quando chegam, a gente se pergunta de onde saiu tanta gente amontoada lá dentro que nem sardinhas enlatadas. E isso não importa o horário.
Por exemplo, ontem eu precisei sair. Tive a infeliz (e bota infeliz nisso!) idéia de ir ao shopping para pagar meu carnê da Renner e, se possível, comprar um roupinha para o ano novo (aliás, comprei um vestidinho PRETO! ...Estou tão anti-tradições esse ano... rsrs) Agora, fato inédito: o que fazia taaaanta gente dentro de um ônibus à uma da tarde de um sábado? Pois o ônibus estava lotadaço! Parecia que era seis da tarde de uma segunda-feira. Então, o ônibus pega a Via Dutra, e... Pára no engarrafamento. Pista sentido Rio: PARADA. Deu aquela sensação de que o mundo inteiro tinha resolvido sair de casa ao mesmo instante. Quando finalmente consegui chegar ao Shopping, descobri para onde o mundo inteiro estava indo. Gente, não é querendo bancar a chata não, mas... Eu sou uma menina de interior (huahuahua)... estar num mesmo ambiente que tantas pessoas me agonia! Se ao menos fossem pessoas felizes curtindo o espírito natalino, ainda vai, mas são pessoas estressadas. Incrivelmente estressadas. Todo mundo empurra, todo mundo reclama, e quando é você que esbarra, acidentalmente, em alguém, ainda ganha uma cara feia como resposta ao seu: “desculpe!” Gente... É a visão do inferno, vamos combinar!
E as filas?
Fila pra entrar no shopping (sim, fila! A porta giratória não suportava tanta gente ao mesmo tempo rs), fila-monstro para experimentar as roupas, fila-monstro para pagar, fila pra comer... Fila-suprema para ir ao banheiro... Fila para pegar o ônibus na volta pra casa (aliás, tinham duas filas esperando os dois próximos ônibus que chegassem) e a tradicional fila de carros no engarrafamento da volta pra casa. Porque a pista da Via Dutra sentido São Paulo estava... Adivinhem! ...PARADA!
No dia anterior a isso, na sexta-feira à noite, teve a confraternização de fim de ano da AMA. Marcamos numa pizzaria na famosa Rua da Lama (apesar do nome, não tem lama lá, não! rsrs É a rua onde ‘bomba’ a ‘night’ iguaçuana rs). Stress básico para estacionar o carro, mas nada muito sério. Chegamos cedo, era umas 19 horas ainda, e já achei o local movimentado. Cerca de três horas depois e eu estava olhando ao redor, me perguntando de onde havia saído tanta gente (andei perguntando demais isso nesse último mês). Olhávamos para a rua e víamos que a situação era a mesma em todos os barzinhos da área. O motivo era óbvio: o mundo inteiro estava fazendo suas confraternizações de final de ano de seus trabalhos/cursinhos/faculdades/colégios/etc. e tal.
É tudo muito óbvio em época de natal. Muito óbvio, lotado e estressante. Será que mais alguém nesse mundo concorda comigo???
Enfim... Estressante ou não, é natal, né?! Então, para quem vai comemorar, desejo um feliz natal! Pra quem não vai... Que tenham, também, uma noite feliz.
Beijos estressados procês!
Não me vejam como uma chata rabugenta que odeia coisas felizes. Não odeio o natal em si, é só que, para mim, é apenas mais um dia. Ficamos em casa eu, meu pai e minha mãe, sentados na frente da tevê assistindo a um desses especiais chatos, até que o primeiro sente sono, comunica que vai dormir e os demais aproveitam o embalo rs. Na verdade, no ano passado o nosso natal foi muito triste por motivos pessoais e, este ano, será novamente... Mas acho que já estamos um pouco mais calejados, então espero que ao menos tenha menos choro rs.
E é isso: pra mim, o natal é só mais um dia normal em que o mundo inteiro impõe que deve ser uma noite especial e, por não ser, torna-se frustrante. (e vou logo avisando que não quero que ninguém me venha no dia 26 perguntar: “como foi o seu natal?” ¬¬).
Quando eu era criança, era diferente. Tinha aquela magia das luzinhas brilhantes e da espera pelo símbolo supremo do capitalism... Er, digo, o bom velhinho: Papai Noel! Só que, então, eu fui crescendo e descobrindo que o mês de dezembro é a pior época do ano para quem tem que sair de casa por qualquer motivo. Ir a uma loja (qualquer loja), a um bar, a uma pizzaria, estacionar o carro, pegar um ônibus e mesmo ir para o trabalho viram missões de guerra.
Eu trabalho num centro comercial. Do momento que eu desço do ônibus até atravessar o calçadão e chegar ao escritório, eu levo, em média, cinco minutos. Nessa última semana, cheguei a levar meia hora para fazer esse trajeto. Porque é gente que não acaba mais! Sinto-me em um formigueiro gigante! Aê vão aquelas senhoras que adoram desfilar pelas ruas, parando a cada dois passos para olhar a vitrine de uma loja. E aquelas criancinhas que param toda hora para dizerem: “mãe, quero isso!”. E aquele povo com 3928363548 sacolas penduradas... Só Jesus para nos dar paciência numa hora dessas. Eles ali, gastando aos rios, enquanto tudo o que eu queria era chegar ao meu trabalho, para fazer jus a merrequinha que eu ganho (que não dá nem para fazer compras com carnês nas Casas Bahia).
Falar em lojas e compras... Não dá nem para sentir dor de cabeça em época de natal. Porque até as farmácias ficam abarrotadas de gente. De papelarias a padarias, esse povo só tem em mente uma coisa: comprar!! Compram por compulsão, dificultando a vidinha das pessoas que só querem comprar uma aspirina ou um pacote de biscoito para fazer o lanche sagrado de cada dia.
Os ônibus parecem demorar mais para passar e, quando chegam, a gente se pergunta de onde saiu tanta gente amontoada lá dentro que nem sardinhas enlatadas. E isso não importa o horário.
Por exemplo, ontem eu precisei sair. Tive a infeliz (e bota infeliz nisso!) idéia de ir ao shopping para pagar meu carnê da Renner e, se possível, comprar um roupinha para o ano novo (aliás, comprei um vestidinho PRETO! ...Estou tão anti-tradições esse ano... rsrs) Agora, fato inédito: o que fazia taaaanta gente dentro de um ônibus à uma da tarde de um sábado? Pois o ônibus estava lotadaço! Parecia que era seis da tarde de uma segunda-feira. Então, o ônibus pega a Via Dutra, e... Pára no engarrafamento. Pista sentido Rio: PARADA. Deu aquela sensação de que o mundo inteiro tinha resolvido sair de casa ao mesmo instante. Quando finalmente consegui chegar ao Shopping, descobri para onde o mundo inteiro estava indo. Gente, não é querendo bancar a chata não, mas... Eu sou uma menina de interior (huahuahua)... estar num mesmo ambiente que tantas pessoas me agonia! Se ao menos fossem pessoas felizes curtindo o espírito natalino, ainda vai, mas são pessoas estressadas. Incrivelmente estressadas. Todo mundo empurra, todo mundo reclama, e quando é você que esbarra, acidentalmente, em alguém, ainda ganha uma cara feia como resposta ao seu: “desculpe!” Gente... É a visão do inferno, vamos combinar!
E as filas?
Fila pra entrar no shopping (sim, fila! A porta giratória não suportava tanta gente ao mesmo tempo rs), fila-monstro para experimentar as roupas, fila-monstro para pagar, fila pra comer... Fila-suprema para ir ao banheiro... Fila para pegar o ônibus na volta pra casa (aliás, tinham duas filas esperando os dois próximos ônibus que chegassem) e a tradicional fila de carros no engarrafamento da volta pra casa. Porque a pista da Via Dutra sentido São Paulo estava... Adivinhem! ...PARADA!
No dia anterior a isso, na sexta-feira à noite, teve a confraternização de fim de ano da AMA. Marcamos numa pizzaria na famosa Rua da Lama (apesar do nome, não tem lama lá, não! rsrs É a rua onde ‘bomba’ a ‘night’ iguaçuana rs). Stress básico para estacionar o carro, mas nada muito sério. Chegamos cedo, era umas 19 horas ainda, e já achei o local movimentado. Cerca de três horas depois e eu estava olhando ao redor, me perguntando de onde havia saído tanta gente (andei perguntando demais isso nesse último mês). Olhávamos para a rua e víamos que a situação era a mesma em todos os barzinhos da área. O motivo era óbvio: o mundo inteiro estava fazendo suas confraternizações de final de ano de seus trabalhos/cursinhos/faculdades/colégios/etc. e tal.
É tudo muito óbvio em época de natal. Muito óbvio, lotado e estressante. Será que mais alguém nesse mundo concorda comigo???
Enfim... Estressante ou não, é natal, né?! Então, para quem vai comemorar, desejo um feliz natal! Pra quem não vai... Que tenham, também, uma noite feliz.
Beijos estressados procês!
*Ouvindo: Yui - My generation
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
[ctrl c + ctrl v] Tipos
Sou natural do Rio de Janeiro;
Funk, pra mim, é poluição sonora.
Gosto do bom e velho samba;
Odeio pagode
Formada em Direito;
Mas não fumo;
Nem minto.
Sou fã de anime e mangá.
Mas não sou “otaku”.
Sou loira;
Mas não sou burra;
Nem fútil;
Bem como não tenho preguiça alguma de pensar. Penso até demais!
Cheia de valores;
Mas não sigo religiões.
Respeito e acredito, sem preconceitos, no amor em todas as suas formas;
O que não significa que eu seja ‘homo’; nem ‘bi’, como está na moda.
Posso até ser “certinha”;
Mas santa, meus amores, eu não sou.
Sou viciada em internet;
Mas estou meio longe de ser considerada “nerd”.
Tímida, distraída...
Não metida, ou antipática.
Solteira e descompromissada;
Nada de “encalhada”, “Mal amada”, “Amargurada”
As pessoas têm a mania de julgar, subentender, enxergar além do que existe.
É aquela velha história de que a mulher gostosa é burra. A muito inteligente, vixi, deve ser feia que dói!
Ou então, já ouviram aquele papo de comadres, do tipo: “coitada da fulana... Tem quarenta anos e ainda não casou.”
Homens sensíveis? Ah... Gays!
O conceito de felicidade está ligado a casamento.
Bem como, já é de conhecimento de todos, que a mulher só precisa estudar pra vencer na vida se ela for feia. Porque as gostosonas sobem na vida sem esforço algum.
Bem como homens não podem ter sensibilidade aflorada. Isso influi diretamente em suas masculinidades.
Que pretensioso é o ser humano. Achamos que podemos pegar uma única informação de outra pessoa e definir todo o seu perfil.
Este era para ser um post isolado, mas resolvi usá-lo como gancho para meu primeiro “Ctrl C + Ctrl V” neste blog. Lembram que prometi isso há um tempão? Pois é, já tinha até separado alguns textinhos de blogs alheios, mas acabei deixando isso de lado por algum tempo.
Lembrando que, na ocasião, todos permitiram o uso dos textos de seus blogs aqui. Nem venham tentar me processar depois! Rsrs...
Voltando ao assunto, inauguro o CTRL C + CTRL V com um texto da Live, que fala exatamente sobre esse lance de “tipos”.
Espero que curtam como eu curti. Boa leitura! =)
------------------------
Um tênis faz toda a diferença
Funk, pra mim, é poluição sonora.
Gosto do bom e velho samba;
Odeio pagode
Formada em Direito;
Mas não fumo;
Nem minto.
Sou fã de anime e mangá.
Mas não sou “otaku”.
Sou loira;
Mas não sou burra;
Nem fútil;
Bem como não tenho preguiça alguma de pensar. Penso até demais!
Cheia de valores;
Mas não sigo religiões.
Respeito e acredito, sem preconceitos, no amor em todas as suas formas;
O que não significa que eu seja ‘homo’; nem ‘bi’, como está na moda.
Posso até ser “certinha”;
Mas santa, meus amores, eu não sou.
Sou viciada em internet;
Mas estou meio longe de ser considerada “nerd”.
Tímida, distraída...
Não metida, ou antipática.
Solteira e descompromissada;
Nada de “encalhada”, “Mal amada”, “Amargurada”
As pessoas têm a mania de julgar, subentender, enxergar além do que existe.
É aquela velha história de que a mulher gostosa é burra. A muito inteligente, vixi, deve ser feia que dói!
Ou então, já ouviram aquele papo de comadres, do tipo: “coitada da fulana... Tem quarenta anos e ainda não casou.”
Homens sensíveis? Ah... Gays!
O conceito de felicidade está ligado a casamento.
Bem como, já é de conhecimento de todos, que a mulher só precisa estudar pra vencer na vida se ela for feia. Porque as gostosonas sobem na vida sem esforço algum.
Bem como homens não podem ter sensibilidade aflorada. Isso influi diretamente em suas masculinidades.
Que pretensioso é o ser humano. Achamos que podemos pegar uma única informação de outra pessoa e definir todo o seu perfil.
Este era para ser um post isolado, mas resolvi usá-lo como gancho para meu primeiro “Ctrl C + Ctrl V” neste blog. Lembram que prometi isso há um tempão? Pois é, já tinha até separado alguns textinhos de blogs alheios, mas acabei deixando isso de lado por algum tempo.
Lembrando que, na ocasião, todos permitiram o uso dos textos de seus blogs aqui. Nem venham tentar me processar depois! Rsrs...
Voltando ao assunto, inauguro o CTRL C + CTRL V com um texto da Live, que fala exatamente sobre esse lance de “tipos”.
Espero que curtam como eu curti. Boa leitura! =)
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Um tênis faz toda a diferença

(...) Esta semana resolvi ir à faculdade com meu all star querido de cano alto e um vestido preto. Eu adoro meu tênis, mas tenho usado pouco por causa do calor, como o tempo virou, fui eu toda feliz, (rs). Chegando na praça pra pegar o ônibus, passa uma velhinha e diz: CREIO EM DEUS PAI! Eu pensei:(juro que desta vez só pensei hein, rs)Que bom, eu também creio(hahahaha). Oh sim, detalhe que ela fez sinal da cruz pra mim O.o. Gente, é só um tênis, eu não durmo no cemitério não, viu? E nem tenho uma tatuagem “666” no couro cabeludo(kkkkk). Engraçado isso, o que um calçado faz, (hahahaha). E não foi só ela, eu fui de casa até a faculdade vendo as pessoas olhando torto, algumas curiosas, mas tentando disfarçar. Como não presto mesmo, eu fiz cara de mau pra uma outra velhinha no ônibus que não parava de olhar pra mim(hahahaha). Me divirto, como sou má(UAHAHAHAHA). Bom, paremos pra pensar, o vestido era o mesmo pretinho de sempre, estilo anos 20. Uso até para o trabalho, só que no trabalho é com sapatinho de “velhinha” que dá um certo ar mais sério, uso de chinelo, as pessoas olham e devem pensar: Olha a mendiga de vestido preto e hawaianas lilás(hahahahaha). Uso de sandália(um pouco mais raro), mas aí os comentários e olhares são menores. Uso de all star, lá vem a doida, gótica, que dorme no cemitério e usa criancinhas pra fazer sacrifício(kkkkkkkkkk). Foi assim também quando eu simplesmente resolvi pôr meu crucifixo que eu quase não uso, pois não agüento cordão por muito tempo. Uma velhinha parou, fez um longo discurso, me deu uma folhinha da igreja e disse:
-Você tem que conhecer Jesus, minha filha(kkkkkkk).
Desta vez eu respondi com muita paciência:
-Senhora, eu conheço Jesus desde o dia em que nasci.
-Mas você tem que ser evangélica.
-Mas eu sou.
-De que igreja? (toda feliz)
-São José Operário(eu realmente freqüentava a igreja na época).
-“Tá amarrado!” Estou falando de uma igreja de verdade.
-Sim, Senhora e eu também. Muito obrigada pela preocupação – e continuei andando, religião é uma coisa que não discuto, cada um com a sua ou até mesmo sem.( E viva a liberdade de escolha!!! hahahahahaha, lá vou eu)
Enfim, é cada esteriótipo que o povo inventa que fico até tonta, deixa eu listar alguns:
*Ouve música depressiva: Está com problemas psicológicos, problemas emocionais é mal resolvido.
*Anda de boné: “funkeiro”(vá lá que é maioria, mas há exceções)
*All Star: “Roqueiro, doido, largado, porco, rebelde, emo, ...(este tem vertentes até demais)
*Ouve Elis Regina, Toquinho, Chico Buarque, Vinícius(olha a intimidade, rsrsrs), ...: É velho
*Se faz História: Fuma maconha(kkk, melhor de todas, não poderia faltar)
*Se já é professor de História: Mulher-corcunda, usa óculos, descabelada, aparelho(estilo Beth,a feia) Homem-pochete, blusa surrada e calça muito velha, barba por fazer.
*Se faz educação física: É porque é um curso que qualquer um faz, além de exigirem que você esteja “sarado” até morrer.
*Se faz administração: É porque não sabia o que fazer e escolheu qualquer coisa.
*Se faz direito ou medicina: É porque todo mundo faz.(assim fica difícil)
*Se gosta de preto: Olha o roqueiro aí de novo gente!
*Consegue ouvir Tristania, Lacrimosa, Korn, Vander Lee, Apocalyptica, Adriana Calcanhoto, Maria “IRRITA”(não consigo gente), Djavan, Coldplay, ...: Você não tem salvação, se alguém conhecer metade dessas bandas(é pra você Denis, rs)
*É mulher: Não gosta de jogo, não entende nada, não se interessa por esportes, passa o dia no cabelereiro ou o dia falando besteiras com as amigas fúteis(¬¬)
E por aí vai...tantos e tantos! Eu continuo fazendo o que acho melhor pra mim, um dia quem sabe a gente ganha o concurso de Miss Brasil, né Lucy?(hahahaha).
----------------------------------------
É, Liveeee!
É nós no Miss Brasil 2008! Rsrs
Pra quem curtiu o textinho, visite o blog da Live! =) *merchã*
Beijos, amados!
*Ouvindo: Chico Buarque - Tanto amar
(PS: Escuto Chico Buarque, mas não sou velha! rsrs)
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Lucy é um gênio?

Todo mundo sabe que esses testes de QI são meio duvidosos. (Tá, "todo mundo" é muita gente. Só os que têm um QI elevado sabem disso huahuahua... Zueira!) Bem, eu acho que é meio falha essa pretensão de medir a capacidade intelectual de uma pessoa por meio de um teste de raciocínio lógico.
De qualquer maneira, minha amiga Ana Claudia hoje me passou um link pra um teste de QI e eu topei fazer. E, que descoberta incrível! Fiz 48 pontos, o que me atribuiu um QI de 132. Na tabelinha, estou no nível máximo de classificação dos QI, definida como “Muito superior”
Em suma: eu sou um gênio!!! O.o...
Meu Deus, meus professores precisam saber disso! Como eles ousam a dar notas baixas para um gênio como eu???
...Bem dizem que todo gênio é incompreendido pela sociedade! Huahuahua...
Pra quem também quiser saber qual o seu nível de QI, aqui vai o link pro teste.
Ah, e não esqueçam de contar o resultado nos coments, viu?!
Beijos!
*Ouvino: Lulu Santos – Um certo alguém
PS -> Desculpem! Não resisti ao trocadilho e tive que colocar um desenho da "Jeannie é um gênio" pra ilustrar o post. rsrs
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
You can talk, you can play, you can love!
Hoje vim deixar uma dica de vídeo =)
Coloquei aqui do ladinho, abaixo do meu perfil e acima da enquete --->
O vídeo é de um comercial do celular "Anycall" da Samsung, gravado para a Coréia. As estrelas são a "Anyband", uma banda criada (pela samsung!) com quatro cantores coreanos: BoA (também ultra famosa no Japão), Tablo,
Bora e Xiah Junsu.
Qual o interessante no comercial? Primeiro, é que não é um comercial "normal". Tem nada menos que 9 minutos de duração! Segundo, à primeira vista a gente demora a perceber qual é a Cidade em que ele foi filmado: Rio de Janeiro. Digo que demoramos pra perceber porque, quando se fala em algo filmado no Rio a gente de cara imagina praias, o Cristo Redentor e todos aqueles pontos turísticos já mais do que clichês (ou favelas, né?! Tipo o clip do Michael Jackson, lembram?? rsrs... Tudo depende do contexto!). Mas este vídeo tem como cenário o Centro do Rio... Sim: prédios, prédios, prédios e mais prédios! O único cartão postal mostrado é o heliporto do Corcovado, que aparece numa única cena, em que a BoA canta lá do alto, com a vista do Pão de Açúcar ao fundo. Ah, é: e as cenas do alto dos prédios também entregam um pouco. De resto, acho que só quem conhece o centro do Rio consegue reconhecer o lugar.
Uma curiosidade é que a banda (criada por interesses puramente promocionais) parece que está fazendo bastante sucesso pelas bandas orientais.

Outra curiosidade (talvez de menor relevância rs) é que eu curto a cantora BoA e... Ela esteve no Rio de Janeiro... E eu nem soube!!! Estou frustrada!!! hahaha... (eu poderia ter ido pra lá e ter ficado pulando em volta esperando intervalos de gravações pra pedir autógrafo! rsrs)
Enfim, adorei o videoclip disfarçado de comercial de celular (ou seria o contrário?) e queria mostrar pra vocês rsrs... Vejam e digam o que acharam!
Podem ver clicando no vídeo aqui do ladinho, ou indo direto pelo link.
Beijos, amados!
*Ouvindo: Anyband - Promisse u

(sim, já viciei na banda! rsrs)
Coloquei aqui do ladinho, abaixo do meu perfil e acima da enquete --->
O vídeo é de um comercial do celular "Anycall" da Samsung, gravado para a Coréia. As estrelas são a "Anyband", uma banda criada (pela samsung!) com quatro cantores coreanos: BoA (também ultra famosa no Japão), Tablo,
Bora e Xiah Junsu.Qual o interessante no comercial? Primeiro, é que não é um comercial "normal". Tem nada menos que 9 minutos de duração! Segundo, à primeira vista a gente demora a perceber qual é a Cidade em que ele foi filmado: Rio de Janeiro. Digo que demoramos pra perceber porque, quando se fala em algo filmado no Rio a gente de cara imagina praias, o Cristo Redentor e todos aqueles pontos turísticos já mais do que clichês (ou favelas, né?! Tipo o clip do Michael Jackson, lembram?? rsrs... Tudo depende do contexto!). Mas este vídeo tem como cenário o Centro do Rio... Sim: prédios, prédios, prédios e mais prédios! O único cartão postal mostrado é o heliporto do Corcovado, que aparece numa única cena, em que a BoA canta lá do alto, com a vista do Pão de Açúcar ao fundo. Ah, é: e as cenas do alto dos prédios também entregam um pouco. De resto, acho que só quem conhece o centro do Rio consegue reconhecer o lugar.
Uma curiosidade é que a banda (criada por interesses puramente promocionais) parece que está fazendo bastante sucesso pelas bandas orientais.

Outra curiosidade (talvez de menor relevância rs) é que eu curto a cantora BoA e... Ela esteve no Rio de Janeiro... E eu nem soube!!! Estou frustrada!!! hahaha... (eu poderia ter ido pra lá e ter ficado pulando em volta esperando intervalos de gravações pra pedir autógrafo! rsrs)
Enfim, adorei o videoclip disfarçado de comercial de celular (ou seria o contrário?) e queria mostrar pra vocês rsrs... Vejam e digam o que acharam!
Podem ver clicando no vídeo aqui do ladinho, ou indo direto pelo link.
Beijos, amados!
*Ouvindo: Anyband - Promisse u

(sim, já viciei na banda! rsrs)
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